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Regras fundamentais para uma boa higiene íntima

Por Redação Doutíssima 29/04/2013

Suor, abafamento, higiene inadequada e uso de roupas justas e de tecidos sintéticos são elementos que podem dar uma grande dor de cabeça a você, quando o assunto é higienização íntima.

Esses fatores dificultam a ventilação ou agridem a região e, como consequência, criam um ambiente propício ao desenvolvimento de infecções ginecológicas.

 

Para não deixar a desejar nesse processo tão importante do dia a dia, é importante lembrar do que é necessário na hora de se higienizar, afinal, a região íntima é extremamente sensível à propagação de micróbios.

higiene

No banho, os sabonetes para a região íntima devem ser sem perfume e com Ph neutro. Foto: iStock, Getty Images

Em 2009, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) lançou o Guia prático de condutas sobre higiene genital feminina. Segundo esse guia, a higienização genital não tem o objetivo de esterilizar a região – já que ela é naturalmente colonizada por bactérias-, mas de remover resíduos e gorduras.

Ph da região íntima

Os médicos frequentemente falam sobre o controle do pH das regiões íntimas. A área externa da vagina possui uma camada protetora, naturalmente ácida, que previne a proliferação de micro-organismos e bactérias, defendendo contra infecções, irritações e possíveis odores. Essa camada é chamada pH.

Por conta disso, o equilíbrio do pH é fundamental para evitar problemas futuros. E por isso, é preciso redobrar a atenção no cuidado com a sua higiene íntima.

Hábitos que você pode inserir no seu dia a dia podem evitar que haja um desequilíbrio no pH e que você tenha problemas.

 

Os bons hábitos da higiene

A troca de calcinha deve ser feita todos os dias, sem exceção. Opte, no dia a dia, pelas calcinhas mais largas, que provocam menos atrito e irritação do que as pequenas e apertadas, e ainda reduzem a possibilidade da proliferação de fungos.

Além disso, é bom evitar as peças de materiais sintéticos. Escolha lingerie feita com 100% de algodão.

 

Durante o período menstrual, troque pelo menos três vezes por dia o absorvente interno ou externo.

 

Os cuidados na hora da higiene íntima

A higiene após a evacuação deve ser feita da frente para trás, para evitar que bactérias do trato intestinal possam se espalhar e acessar os órgãos genitais.

 

Não fique, sob hipótese alguma, com um maiô ou biquíni molhado por muito tempo e seque-se bem após o banho. É preciso de cuidados, pois a região úmida favorece a proliferação descontrolada de fungos e bactérias.

 

Visite seu ginecologista regularmente. Ao menos uma visita anual é recomendada para prevenir e detectar possíveis infecções e doenças.

 

Duas vezes por dia é o recomendável para lavar sua área íntima, mas não mais do que isso. Após o sexo, também é indicada uma limpeza da área externa da vagina. E lembre-se, secar bem é fundamental depois da higiene.

 

Cuidado com os sabonetes. Evite os antibactericidas muito agressivos e os que usamos no restante do corpo. Opte por um sabonete suave, sem perfume, de pH neutro e que respeite a área íntima. Você também pode usar lenços umedecidos eventualmente.

 

E lembre-se, evite o uso da ducha, pois, embora ela tenha sua função de reduzir o risco de gravidez pela remoção do esperma na vagina depois do sexo, também pode perturbar o equilíbrio da flora vaginal e promover o desenvolvimento de fungos e bactérias.

 


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