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Relato de mãe – Chegou a hora, e agora: Babá ou Escola?

Por Redação Doutíssima 10/10/2013

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As mulheres estão ganhando cada vez mais, um grande espaço no mercado de trabalho. Aquele modelo antigo “homem trabalha e mulher cuida da casa” está mudando, já há algum tempo. Ainda existe, mas na grande maioria, homens e mulheres passam o dia fora em seus empregos. E os filhos? Os filhos que antigamente cresciam com uma mesma “cuidadora”, hoje trocam de babá constantemente… Claro, ainda existe sorte, mães que encontram uma babá que ficam um tempo maior, mas é raro.

Já na licença maternidade, as mamães ficam apreensivas com o retorno ao trabalho… São meses estudando: escola ou babá?! Se você perguntar ao pediatra, ele vai sugerir escola depois do primeiro ou segundo ano de vida, para esperar a criança adquirir mais resistência. Por um lado, isso é ótimo, mas por vários outros, a escola é bem mais atrativa.

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Dois filhos, duas experiências

Tenho dois filhos e tive o privilégio de experimentar as duas situações. Meu primeiro filho foi pra escola (meio horário) com 5 meses. Depois de 2 anos, passou a ficar integral. Meu coração ficava apertado ao deixar ele cedo na escola e pegar no fim do dia. Afinal são 10 horas de escola. Eu até chorava! O tempo foi passando e ele foi se adaptando cada vez mais, aliás, ele amava a escola, a neura era só minha. Quando eu chegava mais cedo, ele perguntava por que eu tinha chegado tão rápido! Isso foi me tranquilizando e fui percebendo o quanto ele era desenvolvido perante outras crianças da mesma idade dele, que mal iam à escola. Comecei a pensar que a escola não era tão “má” assim. Ele leu com 5 anos e meio, conversa de tudo, é comunicativo, sociável, fala as palavras corretamente (pra idade), bem educado e disciplinado.

Chegou a vez da minha filha. Primeiro pensamento: claro, ela vai pra escola! Mas aí o coração amoleceu… Pensamos “ah, já que temos duas crianças + uma rotina de casa, não justifica pagar dois horários integrais + empregada ou mesmo meio horário + empregada + mais duas mensalidades” Fica inviável. “Bom, ela é uma bebê.. podemos mantê-la com a babá”. Pois bem, 1 ano e 2 meses e ainda não foi pra escola. Ela é um bichinho do mato, não interage, tem receio de pessoas novas, qualquer saidinha fica feliz. Fica estressada em casa, não queima a energia que precisa… Quer saber? Escola é a melhor saída. Me arrependi de não ter colocado ela antes. Acho que a escola colabora muito com o desenvolvimento do bebê. Em casa a rotina é básica: ela e a babá. Sem falar na dificuldade para acertar na baba, né? Em 6 meses, tive 5 diferentes! Isso deixa a criança perdidinha. E se eu não tivesse câmeras, jamais teria descoberto o que uma das babás estava fazendo: brigava feito um general com meus filhos, era muito enérgica sem precisar. A minha bebê agora é insegura, chora por qualquer motivo e estou custando para consertar isso! Ainda bem que descobri a tempo, imagine o estrago que isso poderia causar?

E para completar, escola não falta, não adoece, não tem problema com filhos, ensina a conviver com outras crianças, ensina a dividir, estimula o desenvolvimento, ajuda na queima necessária de energia e tem uma referência profissional, ou seja, direcionada. Claro, estamos falando de uma boa escola.

Se eu pudesse voltar no tempo, ela já estaria na escola desde o começo. Tentei colocá-la há pouco tempo, mas pela época, é difícil conseguir vaga. E teria de ser a mesma escola do meu filho. Ano que vem ela será a primeira da lista! 🙂

Portanto, se você tem uma pessoa de confiança, agarre com unhas e dentes, valorize, sem confundir as estações, empregada é empregada! E não peque pela falta, tenha câmeras em casa, porque a gente não conhece ninguém. Do contrário, não hesite em procurar por uma boa escola. Não costuma ser barato, abra mão de outras coisas, mas não abra mão de uma boa escola! Não adianta sofrer, se entregue e pense: essa despesa será por pelo menos mais uns 18 anos pra frente… Procure escola com referências, fale com outras mães e etc… Pude testar as duas situações e, ao meu ver, sem dúvida, escola é o melhor dos mundos! Meio horário então, nem se fala.

Palavra de mãe,

Aline Teixeira

 

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Ela é mineira de BH, jovem mãe de um casal super fofo. Aline é uma super mãe, sempre lendo e descobrindo sobre o mundo de seus pequenos. Ela gosta tanto da “profissão mãe” que divide seu tempo no trabalho com um ateliê próprio que produz decoração e acessórios de luxo para bebês. O Poá Ateliê do bebê é um carinho de mãe para mãe e entrega em todo o Brasil. Confira uma coisa mais linda que a outra: poaateliedobebe.com.br


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