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Filhos

Saiba como ensinar seu filho a lidar corretamente com dinheiro

Por Redação Doutíssima 16/10/2013

As primeiras coisas que os pais desejam aos filhos, além da saúde, é felicidade e dinheiro, claro, por isso, ensinar o valor do dinheiro às crianças desde cedo é a garantia de que o seu filho vai chegar à vida adulta mais equilibrado, sem dívidas e feliz!

Especialistas acreditam que boa parte dos motivos que levam um adulto a se endividar está na infância ou na juventude, quando ele ainda não aprendeu a poupar e a resistir ao consumo exagerado. Para evitar que isso aconteça ao seu filho, veja como ensinar seu filho a lidar corretamente com dinheiro, sabendo a sua importância e como economizar a mesada em cada idade.

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Até os 7 anos

  • Dê um cofrinho ao seu filho e incentive-o a depositar as moedas que deseja poupar. Uma boa maneira de incentivar é dizer que, assim que o cofre estiver cheio, ele poderá comprar aquele brinquedo que deseja. Mas não esqueça que é muito importante cumprir o prometido.
  • Quando forem juntos ao supermercado, ensine seu filho a fazer a diferença entre o que é importante e o que é supérfluo. E, mesmo que você possa comprar tudo o que ele quer, negocie.
  • Se sua família estiver passando por problemas financeiros, não tente poupar seu filho das consequências para não frustrá-lo. O mais correto a se fazer nesses casos é chamar seu filho para uma conversa e explicar que, por um tempo, vão ter que economizar.
  • Sempre que comprar um presente ou um doce que o seu filho pedir, faça-o entender que aquela aquisição só foi possível porque papai e mamãe trabalham para ter dinheiro. A partir dos 5 anos, você já pode começar a ensinar quanto vale cada nota e o que é o troco.
  • Toda criança passa pela fase da comparação e é nesse momento que ele vai tentar chantagear os pais com a velha máxima “o meu amiguinho tem, eu também quero”. Mas explique que ele também possui brinquedos que o amigo não tem e que não deve ficar se comparando a ninguém.

 

Dos 8 aos 14

  • Especialistas concordam sobre esse ser o momento de começar a dar mesada à uma criança para que ela aprenda a administrar sozinha o próprio dinheiro. O valor varia de acordo com a idade e com a situação financeira familiar. Para ter uma base, estabeleça um valor semanal ou mensal (não precisa ser muito, o ideal é R$ 1 por ano de idade, por semana) para seu filho gastar com as coisinhas dele e explique que ele será responsável pela administração da sua mesada.
  • Se ele gastar tudo de uma vez, não dê dinheiro fora do dia combinado. Assim ele aprenderá a poupar. Se não puder deixar de socorrê-lo, desconte o valor da próxima mesada.
  • Estimule a criança a poupar parte do que recebe para conquistar um objetivo maior no futuro, por exemplo, se ele deseja uma bicicleta ou um videogame. Participe ajudando-o a definir o objeto do desejo dele e em quanto tempo ele conseguirá juntar o montante necessário para comprá-lo. Quando ele cogitar gastar com algo menos importante, lembre-o da meta!
  • Para incentivar ainda mais a economia, combine de depositar no cofrinho dele a mesma quantia que ele conseguir poupar num mês.
  • Uma excelente lição para os pequenos é conversar sobre o orçamento da casa. Explique como funcionam as contas da casa, por exemplo, se ele demorar no banho, as contas de luz e de água virão mais caras e sobrará menos dinheiro para outras coisas legais que a família gostaria de fazer unida.

 

A partir dos 15 anos

  • Nessa idade, você já pode começar a estimulá-lo a ter vontade de ganhar o próprio dinheiro. Se ainda for muito novo para ter um emprego fixo, pode fazer pequenos trabalhos, como varrer a calçada de um vizinho ou algo do tipo.
  • Dê a ele a responsabilidade de arcar com certas despesas, como colocar crédito no celular, por exemplo.
  • Abra uma poupança em nome dele em um banco, para que ele próprio deposite um valor mensal.
  • Não arque com as dívidas adquiridas por seus filhos.
  • O seu filho tem que se conscientizar que o seu padrão de vida deve ser referente ao padrão de vida do resto da família. Ou seja, não dê a ele um celular que custa o salário todo, por exemplo.

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