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Você sabia que a cardiopatia congênita tem cura? Entenda a importância do diagnóstico precoce

Por Redação Doutíssima 17/04/2014

Caracterizada por um defeito na estrutura e função do coração presente no momento do nascimento – embora possa também se manifestar mais tarde -, a cardiopatia congênita é uma doença muito grave que pode ter cura, principalmente, se for diagnosticada precocemente, ainda durante a gravidez.

Mais comum em pessoas com Síndrome de Down, a patologia pode ser desenvolvida ainda dentro da barriga da mãe até às oito semanas de gestação, podendo ser diagnosticada durante o pré-natal. Em virtude disto, pode haver a necessidade de uma cirurgia interventiva após o parto. No entanto, isto não é uma regra, visto que muitas crianças com cardiopatia congênita não precisam ser operadas e levam uma vida normal.

cardiopatia congênita

Realização da cirurgia na criança é opção de tratamento da doença. Foto: Shutterstock

Cianótica e acianótica

A cardiopatia congênita pode ser causada pelo uso abusivo de drogas, álcool, substâncias químicas, ou por uma infecção durante o período de gravidez, além da rubéola. Ela se desenvolve de forma cianótica ou acianótica.

Na forma cianótica, ocorre um defeito no coração que provoca a diminuição do fluxo de sangue para os pulmões ou o entupimento das válvulas do coração. Os sintomas, neste caso, incluem pele de cor cinza-violeta, principalmente nos dedos, lábios e orelhas.

A criança com a forma cianótica também apresenta sopro no coração e inchaço nas pernas. O tratamento busca controlar o mau funcionamento cardíaco e evitar complicações, como a insuficiência cardíaca. Em casos mais graves, se faz necessário uma cirurgia para tentar corrigir o problema.

Já a cardiopatia congênita acianótica se caracteriza por um defeito cardíaco, o qual traz como sintomas dores no peito e dificuldade para respirar, desmaios, pulso fraco e sopro no coração. O tratamento para esta forma da doença consiste em uma cirurgia, geralmente.

Sintomas da cardiopatia congênita

Os sintomas da cardiopatia congênita variam conforme a idade da criança e o seu tipo – se cianótica ou acianótica. Em bebês, a doença pode se manifestar por meio de uma rouxidão na ponta dos dedos ou nos lábios, palidez e apatia, suor excessivo, cansaço excessivo durante as mamadas, baixo peso e pouco apetite, respiração rápida e curta mesmo em repouso e irritação.

Já em crianças mais velhas a doença pode dar sinais de sua presença por meio de infecção respiratórias frequentes, cansaço fácil em relação às outras crianças da mesma idade, coração acelerado e boca roxa após esforço e desenvolvimento lento, assim como o de peso. Outra forma de identificar a doença é por meio da realização de raio-X e do ecocardiograma – exames que podem apontar alguma alteração no tamanho do coração.

Tratamento

A cura da cardiopatia congênita dependerá do tipo e da complexidade da doença. A cirurgia precoce diminui o risco de morte e das complicações que elas podem vir a causar. Se os defeitos no coração forem muito graves, ou não forem solucionados por cirurgias, a cardiopatia congênita pode levar à morte ainda dentro do útero ou até a criança completar seu primeiro ano de idade.

Como a cardiopatia congênita em recém-nascidos geralmente é diagnosticada antes do nascimento, a urgência para a realização da cirurgia vai depender da gravidade do problema. Muitos casos demoram anos para serem diagnosticados, podendo ser resolvidos de forma espontânea ao longo do crescimento da criança, possibilitando que ela tenha uma vida normal.

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