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Relacionamento

Ter poucos amigos é tão prejudicial quanto fumo e obesidade. Conheça bons motivos para ter muitas amizades

Por Redação Doutíssima 02/05/2014

Todos sabemos que o homem não consegue viver sozinho, nem com poucos amigos. Conhecemos também os benefícios que as relações sociais nos proporcionam. Porém, ter uma boa e grande rede de amigos pode ser mais essencial do que você pensa.

poucos amigos

 

Os malefícios de ter poucos amigos

 

Pesquisadores norte-americanos da Universidade Brigham Young realizaram um estudo que revela que pessoas que possuem uma frequente e saudável convivência com amigos e vizinhos tendem a viver até 50% mais do pessoas que possuem poucos amigos ou vivem sozinhas.

O estudo foi publicado na revista especializada PLoS Medicine, e analisou estatísticas de aproximadamente 150 estudos sobre a influência dos círculos sociais na saúde dos seres humanos. Os pesquisadores norte-americanos concluíram que ter poucos amigos pode ser tão prejudicial à saúde quanto sofrer com problemas de alcoolismo ou fumar 15 cigarros por dia.

Julianne Holt-Lunstad, uma das cabeças da pesquisa, afirma que cuidar de um outro alguém nos ajuda a cuidar melhor de nós mesmos. Os pesquisadores defendem que a perda do apoio social e o fato de uma pessoa ter poucos amigos pode reduzir mais as chances de sobrevivência do que obesidade ou sedentarismo. Eles analisaram cerca de 300 mil pessoas em diversos países durante sete anos, e o resultado foi claro: pessoas com redes sociais mais fortes e vastas obtiveram melhores resultados de saúde e expectativa de vida.

O estudo foi realizado com participantes de todas as idades, e ignorou o o estado de saúde inicial dos mesmos. Timothy Smith, um dos pesquisadores deste estudo, explica que « os bons relacionamentos fornecem um nível de proteção a todas as idades ». Porém, Timothy alerta que as tecnologias, tão presentes em nossas vidas hoje em dia, podem nos fazer acreditar que as relações sociais face à face não são essenciais. Porém, a interação pessoal e constante é, de fato, vital, devendo ser cultivada de todas as maneiras – desde redes sociais a simples conversas entre vizinhos. O pesquisador defende que as relações sociais não representam simplesmente um benefício psicológico, mas também um fator que influencia diretamente a saúde física e mental dos seres humanos.

Amizades desde a adolescência

 

poucos amigosPara fortalecer as relações sociais, a convivência é fator-chave. Por isso, laços que se formam na adolescência, normalmente, duram por muito mais tempo. “Quando há coincidência de idade, a partilha não é só a do momento. Também há divisão de sensações, um adolescente sabe exatamente as dificuldades que o outro enfrenta e tem boas chances de ajudar. A cumplicidade explica a ligação que torna os amigos inseparáveis. A compreensão que existe nesse tipo de relacionamento é profunda e marcada por muitas descobertas e conjunto, diferente do que acontece o ambiente familiar onde as posições estão marcadas desde sempre.” explica a psicóloga Marina Vasconcellos.

 

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