Tabagismo

Uso do cigarro eletrônico tem sua eficácia questionada. Saiba mais!

Por Redação Doutíssima 28/06/2014

Existente já há algum tempo, o cigarro eletrônico está retornando ao Brasil. Alguns filmes, inclusive, já abordaram como ele funciona, chegando a incentivar e despertar a curiosidade quanto ao consumo.

Cigarro eletrônico mais acessível

Outro fator que tem favorecido o consumo do cigarro eletrônico é a baixa nos preços, anteriormente mais elevados, e que agora tornaram-se mais acessíveis, ajudando promover a adesão à tecnologia. No entanto, torna-se necessário saber os riscos que podem estar por trás do uso do cigarro eletrônico.

cigarro eletrônico

Cigarro eletrônico funciona à bateria e pode ser recarregado via conexão USB. Foto: Shutterstock

O que é o cigarro eletrônico

O cigarro eletrônico é nada além do que um dispositivo eletrônico que tenta imitar, em forma e função, um cigarro comum. O aparelho é dividido em três partes principais, sendo elas o cartucho (filtro), a parte eletrônica e a bateria. Muitos modelos ainda oferecem uma luz na ponta, tentando simular a brasa e conquistar o usuário pela aparência.

O cigarro eletrônico é um dispositivo que permite ao seu usuário inalar vapor de substâncias que, a princípio, podem ou não conter nicotina. Dessa forma, não é descartada a dependência por parte do cigarro eletrônico, da mesma forma ocorre com o chamado cigarro comum.

Por outro lado, alguns fabricantes costumam afirmar que o cigarro eletrônico foi criado para diminuir o vício das pessoas. A alegação se baseia no fato de que a dose de nicotina pode ser diminuída com o decorrer do tempo. Em colaboração a este argumento, há estudos que mostram que uma porcentagem dos fumantes fuma por hábito, e não por vício.

Nicotina no cigarro eletrônico

Os fabricantes do cigarro eletrônico se baseiam nestas referências dos estudos para vender os produtos, afirmando que os cigarros eletrônicos são apenas recreativos. Ainda alegam que a quantidade de nicotina utilizada nos cartuchos é menor do que o necessário para viciar uma pessoa.

Na verdade, o que acontece é que não existem padrões na fabricação do produto e, por esta razão, não se pode afirmar exatamente se o cigarro eletrônico é ou não nocivo à saúde, nem quão nocivo pode ser. O que se sabe até o momento é que alguns cartuchos possuem nicotina em altos volumes e, dessa maneira, se colocam como extremamente prejudiciais à saúde.

Funcionamento do cigarro eletrônico

O funcionamento do cigarro eletrônico ocorre de maneira relativamente simples. O fumante puxa o ar pelo cartucho, local onde ficam a água e as substâncias químicas, que podem ser aromatizantes, essências e até mesmo a nicotina. A partir daí, o dispositivo eletrônico é acionado para acender a pequena lâmpada de led e ativar o atomizador.

Esse atomizador, conhecido também como nebulizador, retira a água do cartucho e a transforma em vapor. Por isso que a fumaça solta pelo fumante não é dotada de aroma, a menos que sejam utilizadas essências. Há também informações de que ela não é prejudicial à saúde dos fumantes passivos, embora as autoridades sanitárias não confirmem isso.

Como o cigarro eletrônico funciona à bateria, é preciso recarregá-los após algum tempo de uso. Eles são construídos com conexão USB, a qual, ligada aos computadores, consegue repor a carga do aparelho por meio da transmissão de energia elétrica.

 

 

 

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