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Cirurgia Plástica

Cirurgia de redução da mama é opção para quem sofre com dores

Por Redação Doutíssima 05/12/2014

Quando as mamas estão com o peso e o tamanho desproporcionais ao corpo, ocasionando desconforto e, até mesmo, dores, pode-se recorrer a uma mamoplastia redutora ou redução da mama, que busca reconstruir o aspecto das mamas, mudando sua anatomia.

 

Essa cirurgia pode ser feita quando o desenvolvimento do corpo já estiver completo. Ou seja, a partir dos 17 anos, já é possível realizar uma avaliação para o procedimento. Geralmente, as pacientes procuram a mamoplastia devido a dores, que atingem o tórax, o peito e a coluna.

 

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Tamanho desigual e doenças de coluna levam ao procedimento. Foto:iStock, Getty Images

Redução da mama para ptose mamária

Também buscam reduzir o tamanho dos seios aquelas que sofrem com a chamada gigantomastia (quando as mamas ultrapassam um quilo cada). Complicações desse caso podem afetar gravemente a coluna em função do peso. Da mesma forma, pacientes com ptose mamária (seios caídos ou quando um é maior que o outro) podem recorrer à cirurgia.

 

O envergamento da coluna é o principal motivo que preocupa as mulheres com seios muito grandes. Em função das dores, elas buscam a cirurgia para redução da mama com a intenção de não sofrer mais com as consequências de uma desproporcionalidade entre as mamas e a estrutura corporal.

 

As mamas se classificam em quatro níveis, de acordo com seu tamanho. Podem ser pequenas, moderadas, grandes ou gigantes.

 

Também se dividem pelo caimento, que pode causar problemas devido à posição do mamilo, quando este se encontra muito abaixo do contorno dos seios. Dessa forma, para avaliar a necessidade de uma redução da mama, se utilizam critérios como a dimensão do tórax, o nível de hipertrofia das mamas e os objetivos da mulher em relação ao seu corpo.

 

Redução da mama é simples

Em geral, a redução da mama acontece através da retirada de uma parte gordurosa do tecido dos seios e um pouco da pele de uma região específica. Após esse processo, um procedimento estético modela novamente as mamas, deixando-as em formato de cone.

 

A cicatriz depende de cada situação, podendo ter uma extensão maior ou menor de acordo com a necessidade da paciente. São duas as possibilidades de marcas após a cirurgia. Uma é a periareolar (que é feita abaixo da aréola do seio) e a outra é realizada em forma de T, com um corte que parte da aréola e segue em linha reta para baixo da mama. O tempo de internação costuma ser de 24 horas.

 

Problemas que podem ser evitados

É comum o desenvolvimento das glândulas mamárias durante a adolescência e no final da gestação. Algumas variações na produção hormonal das mulheres também podem fazer os seios crescerem em diversas outras etapas da vida.

 

As células que se localizam nos seios também podem aumentar quando a mulher engorda, devido à absorção de gordura que os tecidos adiposos provocam. Isso pode acontecer tanto nas mamas quanto na cintura, na barriga, nas coxas e no quadril.

 

Quando submetida a uma redução de mama, a mulher não apenas diminui o aspecto de tamanho dos seios, mas também evita dores no quadril e, principalmente, problemas de coluna. Além disso, o equilíbrio e a postura também são comprometidos quando os seios são muito grandes, o que pode ser resolvido com a mamoplastia.

 

 

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