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Saúde

Saiba identificar quando as pintas na pele indicam doenças

Por Redação Doutíssima 10/12/2014

Ter pintinhas espalhadas pelo corpo pode parecer inofensivo e, para alguns, pode ser sinal até de certo charme. Contudo, como alertam dermatologistas, pintas na pele podem ser indicativos de algum problema mais grave.

 

Riscos nas pintas

 

O câncer é a patologia mais temida em se tratando da relação pintas-doenças cutâneas. A enfermidade pode se manifestar de três formas: carcinoma basocelular (mais comum e menos agressivo); carcinoma espinocelular (acomete pele e mucosas); e melanoma (o mais agressivo, que se alastra mais rapidamente e que tem grande potencial de gerar metástases).

pintas

Alguns sinais são bem claros e pedem investigação imediata. Foto: iStock, Getty Images

Câncer se revela através de pintas

 

O tumor de pele corresponde a 25% de todos os cânceres malignos registrados no país, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Redobrar a atenção é, portanto, essencial sempre que pintas forem percebidas na pele. É que são a partir de pintas, manchas, eczemas e outras pequenas lesões que estes tipos de câncer se revelam.

 

Preste atenção no tipo de pintas

 

Alguns indícios exigem a procura imediata por um médico. Observe abaixo alguns alertas aos quais você precisa dar atenção:

 

1. Lesões

 

Lesões cutâneas com elevação, brilho, translucidez, coloração avermelhada, castanha ou multicolorida, com crosta e que sangrem com facilidade.

 

2. Cor

 

Pintas pretas ou acastanhadas que modificam cor e textura, que apresentem bordas irregulares e que aumentam de tamanho.

 

3. Manchas

 

Manchas ou feridas que não cicatrizam, coçam e que sangram de forma recorrente.

 

Conheça a regra ABCD

 

Para ajudar na identificação de anormalidades na pele, dermatologistas orientam ainda a aplicar a regra do ABCD, que consiste em observar:

 

A: assimetria

 

Verificar a presença de lesões assimétricas pelo corpo, já que estas são mais inquietantes que as regulares.

 

B: bordas

 

Analisar as bordas das pintas, observando se existe irregularidades em cada uma delas.

 

C: coloração

 

Cheque se o nevo (pinta) possui duas ou mais cores.

 

D: dimensão

 

 

Pintas com mais de seis milímetros de diâmetro são motivos de preocupação.

 

Quais são as chances de cura?

 

Ao perceber qualquer um desses sintomas, consulte o dermatologista. Quanto mais antecipado o diagnóstico, maiores as chances de cura. No consultório, é possível que o médico realize exames como a Dermatoscopia Digital ou o Mapeamento Corporal Total, já que a retirada de pintas só se faz necessária quando há prognóstico de malignidade.

 

Alguns fatores são considerados de risco para o desenvolvimento de câncer de pele. A exposição prolongada ao sol, sem proteção, além de contribuir para o envelhecimento precoce, pode acumular-se com os anos e desencadear danos à pele.

 

Pessoas com pele clara são consideradas grupo de risco, já que tendem a apresentar mais pintas no corpo além de serem mais vulneráveis aos riscos das radiações solares, pois possuem menor quantidade de melanina (proteção natural da pele).

 

Indivíduos com histórico familiar de câncer cutâneo estão potencialmente mais expostos à doença. Assim, sempre que detectarem pintas pelo corpo, devem levar o assunto para checagem médica especializada, para que o sinal seja adequadamente monitorado.

 

Caso tenha muitas pintas na pele, procure protegê-las do sol quando for à praia ou à piscina. Além do Fator de Proteção Solar (FPS), utilize roupas, chapéu e óculos. Evite, exposições entre as dez horas da manhã e as quatro da tarde, quando os níveis de radiação ultravioleta são mais elevados, portanto, mais prejudiciais.

 

 

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