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Gestante

Rubéola na gravidez: entenda os riscos à mãe e ao bebê

Por Redação Doutíssima 05/01/2015

Rubéola é uma doença causada pelo vírus Rubella virus, facilmente confundida com a gripe comum, podendo atingir tanto adultos quanto crianças, mas pode trazer consequências graves se atingir uma gestante. A rubéola na gravidez ocorre quando a mãe infectada transmite o vírus para o feto, sendo conhecida como rubéola congênita.

Além da rubéola na gravidez causar surdez, catarata, diabetes, glaucoma e perda da visão do bebê, também pode levar ao aborto.

rubeola na gravidez

Adultos e crianças podem ser atingidos e sintomas se parecem com os da gripe. Foto: iStock, Getty Images

Sintomas da rubéola na gravidez

Fique atenta se, durante a gestação, apresentar algum dos sintomas descritos abaixo, especialmente se estiver no início da gestação. O vírus tem 15 dias de período de incubação.

  • Dor de cabeça
  • Dor ao engolir
  • Dores no corpo
  • Coriza
  • Surgimento de ínguas
  • Febre
  • Aparecimento de manchas avermelhadas no rosto que se espalham pelo corpo todo.

O período de contágio da doença começa até 10 dias antes da manifestação dos sintomas e estende-se por até 15 dias após o surgimento. A contaminação pode ocorrer de pessoa para pessoa através de espirros, tosses e contato com secreção nasal. Por isso, a vacinação é tão importante, principalmente, para as gestantes.

Se por acaso, a gestante entrar em contato com alguém que tenha rubéola deverá procurar imediatamente o seu médico e fazer testes sorológicos, que nada mais são do que fluidos biológicos coletados da paciente e levados para analise laboratorial.

Esses testes auxiliam no diagnóstico da rubéola na gravidez, para que assim seja dado início ao tratamento e o acompanhamento do desenvolvimento do bebê o quanto antes para que não desenvolva a rubéola na gravidez. Quanto mais no início a gravidez estiver, maiores são os riscos de sequelas graves ao bebê.

Caso a mãe tenha tido a doença em outro período da sua vida ela já estará imune, pois só se contrai rubéola uma vez na vida e também estará imunizada se tiver realizado a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

Entretanto, mantenha-se alerta e faça o reforço da vacina após alguns anos da primeira dose.

E mulheres que ainda não se vacinaram devem fazer isso antes de engravidarem e tomar todos os cuidados para que não engravidem nos três meses após a realização da vacina, pois a vacina pode infectar o feto e evoluir para um quadro clínico de rubéola na gravidez.

Crianças infectadas durante a gestação podem transmitir a doença por até um ano após o nascimento. Além do bebê a doença pode afetar as grávidas provocando artrite nos dedos e demais articulações.

Tratamento da rubéola na gravidez

Não existe tratamento especifico para a rubéola na gravidez, por ser tão parecida com a gripe é tratada com analgésicos e antitérmicos que aliviam as dores e demais desconfortos causados pela enfermidade.

Também é recomendado que a paciente fique em repouso e que evite lugares públicos até que seja liberada pelo seu médico. A vacina deve ser feita em crianças de 15 meses de vida.

Certifique que você, seu filho e todos que fazem parte da sua família estejam com a carteira de vacinas em dia. A melhor maneira de combater essa doença e outras ainda é prevenção. A vacinação é a maneira mais eficaz para manter a sua gestação e família seguros.

 

 

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