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Dança africana: uma mistura de união e diversão coletiva

Por Redação Doutíssima 15/03/2015

É nos ancestrais da África, ou melhor, na dança africana, que pode estar o segredo da boa forma e do astral. Usada para celebrar todos os momentos da vida dos povos daquele continente, ela ganhou nas academias uma roupagem dinâmica que, além de promover a cultura afro, ajuda a manter a cabeça e o corpo saudáveis.

 

Características da dança africana

Símbolo de festejos de acontecimentos do cotidiano, a dança africana foi trazida ao Brasil pelos escravos no período colonial. Aqui, em terras brasileiras, mesclou-se com a cultura nativa e resultou em um estilo bastante diferenciado do demais.

 

Por ser uma atividade conjunta, ela reafirma a união entre os membros de uma família e até mesmo de comunidades inteiras. O conceito Ubuntu é o que permeia essas danças que, na maioria das vezes, são feitas em círculo, uma vez todos são iguais.

 

Segundo um artigo publicado na UJIMA – Revista de Estudos Culturais e Afrobrasileiros em 2014, o Ubuntu se caracteriza pela conexão das pessoas com a vida, com a natureza, com o divino e com outras pessoas.

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Dança da cultura afro trabalha com ideia de união e igualdade entre as pessoas. Foto: iStock, Getty Images

Benefícios da dança africana

O corpo como um instrumento de expressão sempre esteve no centro da cultura afro. Por esse motivo, a dança africana trabalha com movimentos de pés, mãos, cintura e, nos dias de hoje, nas academias, repete ações do cotidiano para mandar para embora cerca de 700 calorias em uma aula.

 

Movimentos usados para lavar roupas e peneirar grãos estão entre as ações que compõem as aulas que, além de agitarem o físico, ensinam aos alunos aspectos importantes da cultura africana.

 

Os membros inferiores são os mais beneficiados por essa atividade, principalmente as pernas, panturrilhas e os glúteos.

 

Além disso, a dança é um exercício aeróbico e, por conta disso, queima calorias, melhora o sistema respiratório e a circulação sanguínea.

 

A sensualidade é também uma grande aliada da dança africana que, na maioria das vezes, exalta o corpo da mulher e a vida que ela é capaz de gerar. Esse conceito, quando inserido em uma aula temática, ajuda a desenvolver os músculos pélvicos, definindo a cintura.

 

Em algumas academias que trabalham com essa modalidade, o bom e velho CD de músicas agitadas abre espaço para músicos que tocam ao vivo instrumentos afros enquanto você pratica as aulas.

 

Como o objetivo não é apenas mexer o corpo, esse tipo atividade agrega conhecimento que, na maioria dos casos, muitos alunos só teriam na sala de aula.

 

O bem-estar proporcionado por uma aula de dança africana é semelhante ao obtido por um período de malhação intensa. Isso porque descarrega grande quantidade de endorfina e serotonina, os hormônios do prazer.

 

Para melhorar ainda mais a energia, a recomendação é que o aluno use roupas coloridas e leves, além de tirar os sapatos para descarregar as suas tensões. No final das aulas, pode haver o momento “Cangira” que nada mais é do que aquele no qual o aluno pode fazer o que quiser, extravasando suas emoções.

 

Cada um tem o seu momento e, se preferir, o faz em dupla, para pular, dançar, cantar ou se manifestar da forma que melhor lhe convir. Unir bem-estar e cultura é a melhor forma de ter uma vida longa e saudável.

 

 

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