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Exercícios

Saiba como perder culote de forma efetiva

Por Redação Doutíssima 23/04/2015

Aquela gordurinha que insiste em permanecer ali, nas laterais do quadris, incomodam não é? O famoso, mas odiado, “culote” é uma das maiores dores de cabeça entre as mulheres quando se trata da boa forma. Por isso, cresce, cada vez mais a busca por alternativas que façam as mulheres descobrirem como perder culote.

 

Primeiro, saiba que não existem milagres, mas um pouco de dedicação e disciplina farão com que você alcance resultados satisfatórios. O especialista em Nutrição Esportiva pela Universidade Gama Filho e acupunturista esportivo, Marcus Vinicius, autor do livro Manual Roda da Saúde, explica como é o processo e indica os caminhos de como perder o culote.

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Busca do corpo perfeito depende de foco na alimentação e exercícios. Foto: Shutterstock

Como perder culote: características influenciam

O especialista explica que o culote é gordura que se acumula nas laterais do quadril devido a características que são próprias da mulher, da mesma forma como acontece com a gordura que se acumula atrás do braço – o famoso músculo do “tchau”. A dificuldade que muitas mulheres encontram em perder gordura nesta região explica-se exatamente por isso: é uma característica sua.

 

Imagine que a mulher siga certinho um programa de exercícios e alimentação e, em dois meses, suas avaliações são refeitas. “Com certeza, essas regiões, comparadas com outras de seu corpo, estarão com resultados menos significativos. Por isso que avaliamos a perda geral de gordura e não perda em regiões específicas”, afirma Vinicius.

 

Assim, conclui ele, não há exercícios específicos para quem deseja aprender como perder culote. O que acontece na prática, segundo o treinador, é que a pessoa estimula os músculos dessas regiões para que eles hipertrofiem. Ou seja, para eles cresçam um pouco e criem a sensação de que aquela gordura localizada está mais firme, mas não que estes exercícios estimulem a perda dessa indesejável presença.

 

Segundo o especialista, a perda de gordura vai ocorrer de uma forma geral no corpo e, cedo ou tarde, esse culote vai diminuir. “Por isso, aconselho que não se crie muitas expectativas com o que a mídia divulga, pois somente vai aumentar a frustração. São contratadas modelos que vivem para cuidar do corpo e dizem que com 8 oito semanas você terá o corpo do seus sonhos.  Não é assim”, completa.

 

O mais indicado pelo especialista é a prática de exercícios físicos que contemplem todo o corpo, sem focar partes específicas, nem em soluções prometidas para mostrar como perder culote. De acordo com ele, devem ser praticados três tipos de exercícios: cardiopulmonares, neuromusculares e flexibilidade.

 

“Para ficar mais prático: devemos fazer, no mínimo, 90 minutos de atividade cardiopulmonar por semana, 60 minutos de atividade neuromuscular por semana e 60 minutos de atividade de flexibilidade por semana durante as 52 semanas do ano”, ensina o nutricionista esportivo. Combinação que auxilia a perder culote, consequentemente.

 

Ele destaca aqui que toda prática esportiva deve ser precedida por uma avaliação médica e com um treinador especialista em emagrecimento e saúde.

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Exercícios que estimulam a flexibilidade são indicados contra o culote. Foto: Shutterstock

Como perder culote: alimentação ajuda

A alimentação, na luta pela perda de peso e, por consequência no processo de como perder culote, é item que deve receber total atenção. O exercício é o rei e a alimentação é a rainha, ilustra Marcus Vinicius.

 

“Os dois têm que andar juntos para que o reino cresça. As pessoas pensam que comem pouco. O conceito de ‘pouco’ é muito subjetivo, pois o que parece pouca comida para alguns pode ser muito para outros”, comenta.

 

Culturalmente, acrescenta o treinador, as pessoas foram condicionadas a comer muito, até seis refeições ao dia. “Deixar de comer mexe com nossos valores e crenças, por isso é tão difícil emagrecer e ter saúde. Esse é o papel do novo profissional de saúde. Ele é um guia, um facilitador, ou como a palavra da moda, um coach. Mas quem realmente é o responsável em mudar somos nós mesmos”, finaliza.

 

 

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