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Relacionamento

Estudo aponta que paixonite pode melhorar o casamento

Por Redação Doutíssima 22/08/2015

Por mais que uma pessoa seja comprometida, às vezes é impossível controlar a imaginação e acontece uma paixonite por um colega de trabalho ou por uma vizinha. Se isso aconteceu com você, saiba que um estudo recente mostra que ser sexualmente atraído por outra pessoa muitas vezes faz seu relacionamento ficar ainda mais forte.

 

Paixonite melhora o relacionamento

Se você já teve uma paixonite por alguém, mesmo estando em um relacionamento sério, não há motivos para se sentir só. E não estamos falando do seu amor pelo Brad Pitt, mas sim uma queda “legítima” por alguém que você em tese teria uma chance – alguém do trabalho, da academia ou da vizinhança.

paixonite

Paixões efêmeras por outras pessoas podem melhorar o desejo pelo parceiro atual. Foto: iStock, Getty Images

Segundo um novo estudo, muitas pessoas em relacionamentos têm essa paixonite, e o mais curioso é que ela pode aumentar o desejo pelo parceiro atual.

 

O levantamento foi feito por pesquisadores das Universidades de Columbia, Indiana e Kentucky-Lexington, todas dos Estados Unidos, e para ele foram estudadas 160 mulheres. Os resultados mostraram que 70% das mulheres casadas ​​ou que mantinham relacionamentos de longo prazo relataram ter uma queda por alguém em algum momento da relação.

 

De acordo com os cientistas, tudo isso é totalmente normal porque o cérebro está basicamente programado a ter seu interesse despertado por alguém. Em outras palavras, tudo não passa de uma paixonite.

 

O estudo ainda revelou um dado bastante curioso. As mulheres admitiram que mantêm essas paixões sob sigilo, mas também relataram que o desejo sexual pelo parceiro cresceu em razão delas. Quanto aos relacionamentos, eles permaneceram intactos, mesmo com essa atração por outra pessoa.

 

Como lidar com uma paixonite

Lidar com o interesse por alguém fora do seu relacionamento não é algo fácil na maioria das vezes. Isso porque esse sentimento é capaz de ser confundido com amor. Além disso, nem sempre o interesse é recíproco – ou seja, a atenção de alguém do trabalho ou da academia não significa que essa pessoa esteja interessada em você.

 

A primeira coisa a ser feita é não abrir a questão para o parceiro ou parceira. A lógica é que, se você não tem certeza sobre o que está acontecendo ou deseja fazer, não vale a pena desgastar a relação. Como o estudo revelou, a maioria das mulheres com paixões não compartilha esse assunto com o parceiro – e os relacionamentos delas continuam intactos.

 

Não é necessário ainda desenvolver sentimento de culpa. O levantamento mostrou que paixonite é algo completamente normal e, principalmente, algo inevitável – um processo natural do cérebro.

Para não correr riscos, é interessante afastar-se do alvo do desejo. Uma pesquisa publicada na revista Psychological Science revela que a atração cresce ao longo do tempo, de modo que uma quedinha muitas vezes evolui e torna-se algo um pouco mais sério.

 

Além disso, se você está em um relacionamento e sente-se atraído por outra pessoa, talvez isso seja indicativo de que algo está faltando – é o que os psicólogos chamam de “atenção para alternativas”. Aliás, estudos mostram que as pessoas com maior grau satisfação em seus relacionamentos dão menos atenção aos “parceiros alternativos”.

 

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