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Terapia em grupo: saiba como a técnica ajuda a superar problemas

Por Redação Doutíssima 07/10/2015

A psicoterapia envolve o uso de métodos psicológicos para tratar problemas mentais ou emocionais – ajudar pacientes a desenvolver estratégias para enfrentar um problema, por exemplo. Dependendo da natureza da questão, a terapia em grupo pode ser uma escolha ideal para abordar preocupações e fazer mudanças positivas em sua vida.

 

Terapia em grupo sem mistérios

A terapia em grupo é um tipo de psicoterapia que envolve um ou mais terapeutas que trabalham com várias pessoas ao mesmo tempo. É amplamente disponível em uma diversidade de locais, incluindo práticas terapêuticas em clínicas privadas, hospitais e centros comunitários.

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Terapia em grupo é um método que trabalha com várias pessoas ao mesmo tempo. Foto: iStock, Getty Images

Muitas vezes é utilizada sozinha, mas em outras oportunidades também é comumente integrada a um plano de tratamento mais abrangente que inclui terapia individual e medicação. Um grupo terapêutico geralmente é constituído por cinco a oito pessoas que se comprometem a participar de sessões semanais que podem demorar até uma hora e meia.

 

Os participantes concordam em manter o nome de todos e as informações pessoais em sigilo, e decidem juntos quem ou o que será o foco do trabalho de grupo dentro de cada sessão. Todos se beneficiam através da escuta e das perguntas, descobrindo que eles não estão sozinhos em diversas situações.

 

Benefícios de participar desse tipo de terapia

Esse tipo de tratamento é usado há mais de 50 anos e pode ser muito eficaz em determinadas situações. A terapia em grupo é uma opção bastante interessante para tratar a depressão e casos de estresse traumático, segundo pesquisas publicadas na revista Clinical Psychology: Science and Practice e no International Journal of Group Psychotherapy, respectivamente.

 

Muitos indicam que a terapia nesses moldes também é capaz de ser eficiente em diversas outras situações. Sugere-se seu uso também para o tratamento de transtornos bipolar, do pânico, de compulsão alimentar, obsessivo-compulsivo, de uso de substâncias, ou de personalidade em geral; além de problemas como bulimia nervosa, fobia social, esquizofrenia e borderline.

 

De acordo com um estudo publicado no American Psychiatric Press, esse tipo de abordagem também possui outras vantagens. Dentre elas, destacam-se a possibilidade das pessoas de receberem apoio e encorajamento de outros membros do grupo.

Isso acontece porque na partilha de experiência os demais participantes são capazes de ver que outros estão enfrentando a mesma questão, ajudando-os a se sentirem menos sozinhos. Além disso, os membros do grupo muitas vezes servem de modelos para as demais.

Ao ver que alguém está conseguindo lidar com sucesso determinado problema, os demais conseguem enxergar que há esperança e que a recuperação é possível. Na medida que cada pessoa progride, ela própria pode acabar servindo como modelo e figura de apoio aos demais. Há um sentimento de sucesso e realização, importante nesse tipo de abordagem.

 

Não bastasse isso, o tratamento terapêutico em grupo oferece um refúgio seguro. A configuração permite a prática de comportamentos e ações no âmbito da proteção e segurança do grupo.

O terapeuta é capaz de ver em primeira mão como cada pessoa responde às demais e se comporta em situações sociais. Usando essa informação, ele pode dar um valioso feedback para cada cliente, ajudando-o a superar diversas questões.

 

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