[the_ad_group id="16401"]
Especialidades > Saúde

Saiba como identificar e prevenir problemas ginecológicos

Por Redação Fortíssima 18/04/2016

Coceira, sangramento e dor são alguns dos incômodos que os problemas ginecológicos podem ocasionar. Eles indicam que algo não está bem com a sua saúde e exigem acompanhamento médico especializado. 

Algumas doenças não possuem causas definidas e podem surgir devido a predisposição genética, exigindo atenção a qualquer sinal, além de fazer todos os exames de rotina. Por outro lado, problemas causados por bactéricas e outros fatores podem ser prevenidos com medidas simples no dia a dia.

problemas ginecológicos

Consultas e exames ginecológicos são fundamentais para evitar as doenças. Foto: iStock, Getty Images

Principais problemas ginecológicos

Quer ficar de olho na sua saúde e evitar problemas? Confira alguns dos problemas ginecológicos mais comuns e como eles podem afetar você.

Síndrome dos ovários policísticos

Chamada de SOP, a síndrome possui causas desconhecidas, mas acontece quando os ovários produzem uma quantidade muito alta de hormônios masculinos, como a testosterona. Isso acaba interferindo na ovulação e até mesmo na sensibilidade do corpo à insulina. Os cistos se armazenam no ovário quando o folículo ovariano não expele o óvulo.

Os principais sintomas são ciclos menstruais irregulares, aumento de pelos no rosto e no corpo, acne e ganho de peso. Se não tratada, a doença — aumenta o risco de infertilidade, diabetes tipo 2, síndrome metabólica, doenças cardíacas e câncer de endométrio.

Endometriose

É um dos problemas ginecológicos que mais causa infertilidade nas mulheres. A doença é caracterizada pela descamação do tecido que reveste o útero durante a menstruação, podendo voltar pelas trompas e cair na pelve.

Pode formar lesões e cistos na cavidade pélvica, no intestino e nos ovários, causando dor intensa durante os ciclos. Outros sintomas são dor após a penetração, inchaço, constipação, diarreia, cansaço constante e ardor na hora de urinar. Porém, algumas mulheres não têm sintomas.

Mioma

Os miomas são nódulos musculares benignos que surgem na cavidade do útero, na parte externa ou na sua parede, causando crescimento uterino, aumento do sangramento durante o ciclo e fortes cólicas menstruais. Mas, como em outros casos, algumas pessoas não apresentam sintomas.

Tricomoníase

Causado pelo parasita Trichomonas vaginalis, esse é um dos problemas ginecológicos transmitidos sexualmente. A doença causa inflamação da vagina, apresentando corrimento amarelo-esverdeado com odor desagradável, além de dor para urinar e dor durante o ato sexual. Se não for tratada, aumenta os riscos de infertilidade e câncer do colo do útero.

Candidíase

É desencadeada pelo fungo do gênero cândida, um micro-organismo que também pode ser transmitido durante o ato sexual. A candidíase causa coceira e dor vaginal, dor para urinar, dor no ato sexual e corrimento branco com odor cítrico, tipo leite talhado.

Vaginose bacteriana

Causada principalmente pela bactéria Gardnerella vaginalis, seu principal sinal é corrimento amarelo ou branco-acinzentado, com um cheiro forte de peixe podre, que piora durante as relações sexuais e a menstruação. Também pode provocar ardor e um pouco de coceira.

Como tratar e prevenir

Alguns problemas ginecológicos não podem ser prevenidos, mas com alguns cuidados podem ser diagnosticados precocemente, facilitando o tratamento. No caso da síndrome dos ovários policísticos, o tratamento é feito com contraceptivos orais, que ajudam a controlar a produção de hormônios e normalizar os ciclos.

Já a endometriose deve ser diagnosticada o mais cedo possível, para evitar consequências mais sérias. Em casos avançados, a solução é a laparoscopia, cirurgia que retira as lesões. Inflamações são tratadas com antibióticos e problemas causados por fungos e bactérias com medicamento via oral e creme vaginal.

Alguns cuidados básicos ajudam a prevenir uma série de problemas ginecológicos, como sempre usar proteção nas relações sexuais, fazer a higienização adequada na região genital após urinar, evacuar e ao trocar o absorvente (a cada quatro horas). É indicado ainda utilizar sabonete neutro, além de consultar com um ginecologista periodicamente.

E você, já sofreu com problemas ginecológicos? Deixe o seu comentário! Ainda com dúvidas? Acesse o Fórum de Discussão Doutíssima e saiba mais! Clique aqui para se cadastrar!


[the_ad id="14710899"]
[the_ad id="14710899"]
[the_ad_group id="16404"]