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O que fazer em caso de intoxicação alimentar

Por Redação Doutíssima 31/07/2013

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Dores de cabeça, náuseas, diarreia, febre e fraqueza podem significar muita coisa, inclusive intoxicação alimentar. Confira agora o que fazer neste caso.

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A intoxicação alimentar é uma reação a ingestão de alimentos contaminados por bactérias, fungos e vírus ou ainda as toxinas produzidas por eles. Alguns vegetais também podem apresentar níveis de toxidade para o organismo humano causando uma intoxicação alimentar. A ingestão de produtos químicos também pode causá-la.

As bactérias são as principais causas da intoxicação alimentar, sendo a Salmonella e o Staphilococus aureus os mais frequentes. A primeira está presente em fezes de animais infectados e nos é passada pela ingestão de alimentos também contaminados (em especial, carne, ovos e leite). A intoxicação alimentar pelo segundo é causada pela toxina que a bactéria produz.

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A intoxicação alimentar causa náuseas, febre, diarreia, cólicas e vômitos. Em estágios mais avançados ou em fortes intoxicações, pode haver também um quadro de desidratação, pera de peso e queda da pressão arterial. Exames de fezes são os grandes aliados para saber a causa da contaminação e, por consequência, o tratamento.

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O que fazer em caso de intoxicação alimentar

Em caso de intoxicação alimentar:

  • Manter a pessoa hidratada, é importante beber bastante água
  • Em caso de diarreia intensa, um serviço médico deve ser procurado visto o alto risco de desidratação
  • Não impedir vômitos e evacuações, mas manter a pessoa bem hidratada
  • Repouso é muito importante
  • Crianças e idosos são mais frágeis e demandam atenção redobrada, mas em qualquer caso o tratamento deve ser procurado o mais rápido possível. Quando não tratada de forma correta, a intoxicação alimentar pode levar a morte.

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O caminho contra a intoxicação alimentar é ainda a prevenção. Por isso, é muito importante o cuidado em manipular os alimentos que devem ser muito bem lavados. Não coma carne crua cuja procedência você não conheça e evite produtos enlatados manualmente. Com esses cuidados, podemos diminuir e muito os riscos de contrair uma intoxicação alimentar.

Fontes: Drauzio Varella, Hospital Israelita Albert Einstein


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