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Gestante

Futura mamãe: fique por dentro dos exames de pré-natal

Por Redação Doutíssima 05/02/2014

O acompanhamento pré-natal traz a garantia de sabermos como a gravidez vai se desenvolvendo, no que diz respeito à gestante e ao bebê. O acompanhamento garante não somente conforto psicológico à futura mamãe por saber que tudo vai bem, como também pode intervir precocemente em qualquer eventual problema de saúde do bebê ou mamãe, evitando futuras complicações. Veja quais são os principais exames e o porquê da necessidade de fazê-los nas datas certas, que serão determinadas pelo médico. Nem todos os exames aqui citados serão necessários, embora estes sejam os principais. A necessidade vai ser estabelecida pelo seu médico, já que ele estrá diante de cada caso em particular.

O SUS também proporciona às gestantes acompanhamento pré-natal, e esses serviços costumam ser quase sempre priorizados nos postos de saúde – além de serem, geralmente, de boa qualidade.

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Hemograma completo, Glicemia, Urina e Fezes

São os quatro exames mais básicos, pedidos a todas as gestantes sempre no início da gestação. Eles dão um panorama geral das condições orgânicas da futura mamãe. O hemograma costuma ser pedido para todas as gestantes indiscriminadamente, pois verifica os níveis de ferro no sangue e se há alguma infecção a ser tratada. Se os níveis de ferro estiverem muito baixos, providências imediatas serão tomadas para evitar a ocorrência de anemia. Desta forma, torna-se possível de contornar cedo qualquer prejuízo à formação do bebê e à disposição da mãe, pois um dos sintomas da anemia é o cansaço. O exame geralmente é repetido um ou duas vezes no segundo e terceiro trimestre de gestação.

 
A verificação dos níveis de glicose no sangue também é requisitada no início da gravidez, através do exame de glicemia. Portanto, é um exame básico. Se os níveis estiverem acima do normal, o médico pode suspeitar de diabetes gestacional e acompanhar as taxas de glicemia no sangue da gestante. O exame de curva glicêmica pode ser solicitado e costuma ser pedido no segundo trimestre da gravidez.

 
O exame de urina procura rastrear a presença de alguma infecção urinária. Como o hemograma, costuma ser repetido no segundo e terceiro trimestre da gravidez. Uma infecção urinária, muitas vezes, não apresenta sintomas. Não sendo tratada, ela pode atingir os rins e ainda antecipar um trabalho de parto, logo, não é negligenciável. Os laboratórios informam sobre os procedimentos da coleta.
O exame de fezes é solicitado para verificar a presença de verminoses. A anemia, comum no início da gravidez, se agrava com a verminose. É um exame inicial e não costuma ser repetido quando mostra-se negativo. A coleta sempre é orientada pelo laboratório.

Ultrassonografia

O ultrassom possui uma grande importância pois ele orienta o médico sobre a boa localização do feto no útero e se há mais de um bebê na gestação. O ultrassom será repetido repetido algumas vezes durante a gestação, como entre a 11ª e 14ª semanas. Depois, será seguido por um mais específico: o ultrassom morfológico.
A preparação para esse exame consiste em deixar a bexiga cheia para facilitar a visualização. Como é o primeiro encontro com o bebê, pelo menos visualmente, prepare-se para se emocionar!

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Ultrassom morfológico

O ultrassom por ser um exame que visualiza o bebê, e permite ao médico de saber como a criança vêm se desenvolvendo. Assim, ele poderá avaliar os membros, o coração e o sistema nervoso do seu bebê. Entre a 20ª e 24ª semanas de gestação, o foco de mais um exame do mesmo tipo estará no desenvolvimento dos rins, pulmões, coração e membros. Isto permitirá ao médico de detectar má formações. Por volta do quarto mês, o sexo do bebê já é visível. O ultrassom da 32ª, irá verificar se o feto está bem posicionado para o nascimento.

Exame de sangue para determinar o fator Rh e o tipo sanguíneo

O exame de sangue que determina o fator Rh (positivo ou negativo) e o tipo sanguíneo pelo sistema ABO são importantes para eventuais transfusões sanguíneas, e também para uma intervenção rápida em casos de eritroblastose fetal. A eritroblastose fetal é uma incompatibilidade entre os fatores sanguíneos da mãe e do bebê: a mãe, com fator sanguíneo negativo, pode ter uma primeira gestação de um bebê com fator positivo. O contato entre estes tipos diferentes de sangue, no momento do parto, gera na mãe anticorpos para o fator negativo que podem afetar o próximo bebê. A identificação precoce do Rh da mãe possibilita o uso de medicamentos que evitam a formação de anticorpos.

Toxoplasmose e rubéola

A rubéola e a toxoplasmose são doenças graves para o feto, por isso, é importante atender ao pedido de imunização que o médico faz. O exame de sangue também verifica se a gestante já teve alguma infecção causada pelo protozoário Toxoplasma Gondii, que causa danos ao feto, podendo atingir sua visão.
Outros exames

Bactérias no colo do útero não são bem-vindas pois podem contaminar o bebê de parto normal. Elas são detectadas através do exame de cultura da secreção vaginal, que é exame é solicitado por volta da 35ª semana, próximo ao parto.

 
O ecocardiograma do feto é um exame não muito rotineiro, solicitado somente quando o médico percebe alguma alteração nos batimentos cardíacos ou má formação no órgão. Problemas detectados precocemente podem receber tratamento antes mesmo do nascimento.
A amniocentese, que pode detectar alterações como a síndrome de Down é um exame bastante invasivo pois tira líquido amniótico do útero. Também não é rotineiro e é mais solicitado em gestantes que apresentem algum fator de risco como idade mais avançada.


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