Dieta

Veja como a tabela nutricional dos alimentos pode ajudar na sua dieta

Por Redação Doutíssima 28/10/2014

Saber reconhecer os alimentos que devem ou não ser consumidos é fundamental – para isso, você precisa entender o que está escrito na tabela nutricional de cada um deles. E não tem moleza, o ideal é ler tudo antes de ir colocando no carrinho. Além de calorias, outros elementos determinam o sucesso e velocidade do nosso emagrecimento.

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Entender como funcionam os valores será benéfico para você. Foto: iStock, Getty Images

No Brasil, quem controla e regula o que vai para o rótulo dos alimentos é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa. Todos produtos têm como regra apresentarem uma tabela nutricional com diversas informações em seus rótulos, medida caseira da porção, calorias, carboidratos, gorduras, fibras, proteínas e sódio.

 

As tabelas também têm de citar todos os ingredientes utilizados na fórmula. O produto ainda deve indicar se há redução ou ausência de algum composto, como lactose ou glúten, por exemplo.

 

Tabela nutricional e tamanho da porção

 

Seguindo uma relação entre o consumo do brasileiro com uma alimentação saudável de 2 mil kcal/dia, o especialista em nutrição do fabricante estipula a quantidade da porção e a divulga geralmente em gramas ou mililitros.

 

Aqui você tem que prestar muito atenção se a quantidade indicada é realmente uma porção (50 g, que equivalem a duas fatias de pão) ou a quantidade é menor – por exemplo, em embalagens de biscoitos recheados.

 

A empresa pode optar por colocar na tabela nutricional um valor menor que uma porção normal, pois os demais valores serão sobre aquela indicação. Segundo a regra brasileira, se o produto possui valor igual ou menor que 0,2 g por porção, pode colocar no rótulo que é SEM ou ZERO – em gordura trans, por exemplo.

 

Mas em uma porção normal, vamos supor que o cálculo fosse sobre 4 biscoitos, não necessariamente seria zero… Se o produto indica porções em tamanhos irreais, fique de olho!

 

Calorias na tabela nutricional

 

Não é bom ser escravo das calorias, mas sempre vale a pena checar e saber se a quantidade está adequada à densidade nutricional do alimento. Por exemplo: um copo de suco de laranja natural pode ter o mesmo número de calorias que um copo de refrigerante, mas o suco possui fibras, vitaminas, entre outras coisas que justificam suas calorias.

 

Já o refrigerante possui calorias vazias, com corantes e aditivos químicos. Na hora de checar a tabela nutricional tudo deve ser pesado, especialmente o tipo de nutrição que estas “calorias” oferecem.

 

Capriche nas proteína

 

Os alimentos com proteínas magras são fundamentais para a estrutura muscular do nosso corpo. Se quer ter músculos torneados e ficar sarada, não adianta passar horas na academia e ter uma nutrição deficiente em proteínas.

 

Este tipo de alimento ajuda a controlar a fome. Aveia, derivados do leite com baixo teor de gordura, soja e carnes magras são boas fontes desta propriedade. O consumo de proteínas só deve preocupar as pessoas com problemas renais.

 

Cuidado com a gordura trans

 

Nosso corpo não precisa desta gordura e seu consumo pode representar risco à saúde, especialmente ao sistema cardíaco.

 

Presente em margarinas, cremes vegetais, sorvetes, salgadinhos prontos, estes itens devem ser olhados com cuidado na tabela nutricional e alimentos com altas doses ou maquiados (como falamos acima) devem ficar de fora do seu carrinho.

 

Consuma mais fibras

 

Alimentos com boas doses de fibras são excelentes para pessoas que sofrem de prisão de ventre e intestino preguiçoso, pois melhoram o trânsito intestinal. Além disto, são processados pelo organismo de forma mais lenta e promovem saciedade, evitando os ataques à geladeira fora de hora.

 

 


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