Sexualidade

O sexo oral pode fortalecer o relacionamento

Por Redação Doutíssima 05/12/2013

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E se o sexo oral, que era um tabu, tivesse se tornado o principal responsável pelo fortalecimento da relação a dois? O agradinho é capaz de resolver as briguinhas, aumentar a cumplicidade e dar um gás na libido! Uma pesquisa feita com mulheres entusiastas e homens reconhecedores confirmou: o sexo oral pode fortalecer o relacionamento! Confira!

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88,5 % das mulheres entre 35 e 39 anos fizeram a experiência

Em 1972 o filme “Garganta profunda” lançado nos Estados Unidos, glorificou o sexo oral em sua forma extrema e provocou um escândalo sem precedentes. Em 2013, o sexo oral foi democratizado, generalizado e até mesmo banal. Um bem humorado estudo francês feito após a eleição do presidente François Hollande, provou que 81% das mulheres de esquerda já praticaram sexo oral, contra 69% de mulheres de direita que nunca deram esse presentinho ao parceiro. Deixando de lado o sexo oral democratizado, o que chama a atenção é a força dos números. Antigamente considerada como uma prática de profissionais, o sexo oral deixou o domínio da pornografia e da prostituição para integrar a vida sexual de cada um. Segundo um estudo sociológico sobre sexualidade, 88,5% das mulheres entre 35 e 39 anos e 90,5% dos homens da mesma idade já tiveram essa experiência e 70% dos homens e mulheres entre 25 e 34 anos admitiram uma prática regular. Em suma, hoje o sexo oral é tão comum quanto respirar!

 

O sexo oral é uma figura imposta da sexualidade?

Os homens não se imaginam mais em uma situação em que a mulher se recusará de fazer sexo oral. Para eles, o sexo oral é “obrigatório”, “essencial” e “desejável”, ou seja, absolutamente indispensável para a sua sexualidade. As pessoas realmente integraram o sexo oral nas relações sexuais ditas normais, ele se tornou uma figura imposta da sexualidade, mesmo se entre 10% e 20% dos indivíduos não são adeptos. Dois terços dos casais praticam regularmente o sexo oral. Na grande maioria dos casos, é feito com prazer por ambas as partes.

O sexo oral não é mais visto como uma transgressão, ao contrário da sodomia. Uma vez estabelecida, cada um escolhe de entrar ou não nas regras do jogo. As mulheres entrevistadas não se coíbem: elas digeriram perfeitamente a ideia de que o sexo oral é um fator importante no desenvolvimento durável do relacionamento.

Algumas mulheres ainda carregam o nojinho, porém a grande maioria confirma gostar de proporcionar prazer ao parceiro e algumas ainda sentem prazer e o fazem por gostar.

 

 

O sexo oral pode ser seriamente considerado como um fortalecedor de relacionamentos?

Face ao sexo oral, as mulheres se dividem em três grupos: 1) a maioria esmagadora não se incomoda, pratica o sexo oral sem convicção, mas com generosidade; 2) outras, não tão raras, sofrem frequentemente de imaturidade psicoafetiva e não podem nem imaginar a ideia do contato das suas bocas com um pênis e 3) existe uma minoria de mulheres que praticam o sexo oral no parceiro pelo prazer delas mesmas também.

Apesar de o sexo oral ser um forte vetor do prazer masculino, a grande maioria dos especialistas afirma que um relacionamento não depende disso, mas sim de um pacto de cumplicidade que conecta os parceiros, pacto este que pode até mesmo cobrir a ausência da sexualidade. Porém, o sexo oral, ou toda outra prática apreciada pelos parceiros, ajuda a acalmar as coisas e até a resolver conflitos!

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