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Dia Internacional da Síndrome de Down aponta a importância da inclusão

Por Redação Fortíssima 21/03/2016

Hoje é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down, que neste ano tem como tema Meus amigos, Minha Comunidade: os benefícios dos ambientes inclusivos para as crianças de hoje e adultos de amanhã. O objetivo é mostrar a importância da inclusão.

Trata-se de um dos tipos de malformação congênita mais comuns e também a com melhor perspectiva de vida. Para isso, no entanto, é preciso acompanhamento médico adequado e o apoio de toda a sociedade.

Saiba mais sobre a Síndrome de Down

A Síndrome de Down (SD) foi descrita pela primeira vez em 1866, pelo inglês John Langdon Down, mas apenas em 1959 foi descoberto que é uma alteração genética. Mas você sabe como ela afeta o corpo?

A célula humana normal possui 46 cromossomos divididos em 23 pares. A pessoa com SD possui 47, sendo que o cromossomo extra é ligado ao par 21, por isso a síndrome também recebe o nome de trissomia do cromossomo 21.

As pessoas com a condição possuem algumas características em comum, como os traços físicos e o comprometimento intelectual. Também possuem hipotonia, em que o tônus muscular é reduzido e os ligamentos mais frouxos, o que gera dificuldades motoras, na articulação da fala e, em 50% dos casos, problemas cardíacos.

Não existe uma causa comprovada para o desenvolvimento da malformação, mas se sabe que ela ocorre com maior frequência entre filhos de mulheres que engravidaram depois dos 35 anos.

Down

Crianças com SD podem desenvolver habilidades como qualquer outra pessoa. Foto: iStock, Getty Images

A importância da inclusão

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o Brasil possui 300 mil pessoas com Síndrome de Down. Apesar de conseguirem desenvolver capacidades e habilidades, ainda existe preconceito devido a falta de informações da sociedade.

Crianças com a trissomia 21 possuem total capacidade de ir à escola e receber alfabetização, como qualquer outra criança. Porém, os métodos precisam ser adaptados, exigindo recursos humanos e pedagógicos para atender às necessidades educacionais especiais dos alunos.

Segundo o Movimento Down, organização que visa informar e conscientizar sobre a síndrome, a prática inclusiva nas escolas pode contribuir não só para o alcanço de uma educação de qualidade para todos, mas para uma expectativa de vida melhor de forma geral.   

Além da conscientização e apoio de todos, também é importante que a criança com SD receba o acompanhamento adequado desde os primeiros meses de vida. Entre os principais cuidados estão as consultas periódicas com neurologista, pediatra ou geneticista, além de acompanhamento constante de fonoaudiologista e fisioterapeuta.

Uma pessoa com Síndrome de Down pode aprender, brincar, trabalhar, constituir uma família e levar uma vida autônoma, desde que lhe seja dada a oportunidade e os recursos necessários para ocupar seu espaço na sociedade.

E aí, o que acha sobre o assunto? Deixe um comentário! E não esqueça de compartilhar suas experiências e tirar suas dúvidas no Fórum de Discussão DoutíssimaClique aqui para se cadastrar!


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