A música nos acompanha ao longo da vida e nada melhor do que ela para nos ajudar a relembrar situações e trazer à tona lembranças. A musicoterapia, comprovadamente, nos leva a emoções, reações, sensações e sentimentos variados, de acordo com o momento em que estamos vivendo.

Musicoterapia para todos

O tratamento a partir da técnica é recomendável a qualquer pessoa. A musicoterapia pode auxiliar crianças com deficiência mental, ou pacientes com problemas motores, que tenham tido derrame, bem como, os portadores de doenças mentais, ou pessoas em estágios de depressão, estresse ou tensões.

Musicoterapia auxilia crianças com deficiência mental, entre outras indicações. Foto: Shutterstock
Musicoterapia auxilia crianças com deficiência mental, entre outras indicações. Foto: Shutterstock

Mais indicações da musicoterapia

As indicações não param por aí, pois a musicoterapia tem servido também para tratar aidéticos e indivíduos com câncer. Além disso, não há restrição de idade, podendo ser administrada a bebês com menos de um ano, até pessoas idosas – e todos sempre sairão beneficiados.

Outras indicações da musicoterapia dizem respeito ao autismo e à esquizofrenia, quando ela pode ser a primeira técnica de aproximação. A musicoterapia é aplicável, inclusive, em outras situações clínicas, atuando fundamentalmente como técnica psicológica.

A musicoterapia ajuda na modificação dos problemas emocionais, atitudes, energia dinâmica psíquica, proporcionando esforço para alterar qualquer patologia física ou psíquica. Ela pode ser coadjuvante de outras técnicas terapêuticas, pois abre canais de comunicação para que as demais possam atuar eficazmente.

Ritmos da musicoterapia

Para uma musicoterapia adequada, são utilizados ritmos não muito marcantes, os quais em nada servem para o relaxamento. Cada ritmo musical produz um efeito e resultado diferentes no corpo. Há músicas que provocam nostalgia, enquanto outras geram alegria, tristeza e melancolia.

Quando se trata de Bach, por exemplo, ajuda muito com relação ao aprendizado e a memória. Já Rossini, Guilherme Tell e Wagner, com as Walkirias, auxiliam especialmente no tratamento de pacientes depressivos. As valsas de Strauss contribuem para os momentos de necessidade de um maior relaxamento, sendo indicadas para salas de parto. Enquanto isso, as marchas são tipos de músicas que transmitem energia, tão importantes e escassas no território hospitalar.

Musicoterapia contra o Alzheimer

O uso da musicoterapia tem sido adotado em tratamentos da doença de Alzheimer, cujo caráter é progressivo e degenerativo. A partir dos primeiros sinais, como o esquecimento, a dificuldade de estabelecer diálogos, as mudanças de atitude e a diminuição da concentração e da atenção.

A partir daí, você já tem informações suficientes para saber os benefícios da musicoterapia principalmente quanto ao estímulo da memória, da atenção e da concentração.

A técnica trabalha ainda a estimulação sensorial, aliado a autoestima e a expressão dos sentimentos e emoções. O tratamento através da musicoterapia torna os obstáculos das doenças mais amenos e fáceis de serem ultrapassados.

 

 

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