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Medicina Alternativa

Acabe com o chulé com remédios caseiros

Por Redação Doutíssima 12/12/2014

Poucos conhecem uma das doenças mais comuns pelo seu nome. Bromidrose é o termo técnico para o famoso chulé, aquele indesejado e desagradável odor nos pés. Ele é gerado pelas bactérias que fermentam e se reproduzem em áreas quentes e úmidas. Por isso costumam se alojar nas axilas e nos pés, onde o suor se acumula.

chule

Métodos caseiros são eficientes para eliminar o chulé. Foto: iStock, Getty Images

Apesar de ser uma condição que não exige muitas preocupações do ponto de vista da saúde, o chulé reduz a autoestima e a qualidade de vida, por isso requer atenção e tratamento. A boa notícia é que existem métodos rápidos, baratos e naturais, que podem ser feitos em casa mesmo, como veremos a seguir.

 

Saiba mais sobre o chulé

 

O chulé (bromidrose) é causado diretamente por ação bactericida ou infecção fúngica na pele, mas seu surgimento está associado a fatores como deficiência de zinco (Zn) no organismo, distúrbios no sistema sudoríparo (hiperidrose, por exemplo) e falta de higiene, sendo este último aspecto o responsável mais comum. Além do mau cheiro, os microrganismos causam bolhas, feridas e calos.

 

Como prevenir o chulé

 

Hábitos rigorosos de higiene com os pés e os calçados, mantendo-os sempre limpos, arejados e secos são a principal barreira contra bactérias responsáveis pelo chulé. Atenção a pequenos detalhes como evitar passar muitas horas seguidas com o mesmo sapato e priorizar meias de algodão, ao invés de sintéticas, podem fazer a diferença no que se refere à prevenção.

 

Outras medidas capazes de garantir pés saudáveis e cheirosos são a alternância no uso dos calçados, dando tempo para que “respirem”; o polvilhamento do interior dos mesmos com pó ou spray antisséptico (bicarbonato de sódio também serve); a hidratação dos pés com algum creme que contenha ureia; e esfoliações semanais, para remoção de fissuras capazes de abrigar os invasores.

 

Quanto à alimentação, é recomendado evitar alimentos ácidos e carnes vermelhas. Por outro lado, indica-se o consumo de alimentos ricos em zinco, a exemplo de frutas como banana, maçã, abacaxi ou morango.

 

Expulsando o inquilino

 

Caso o chulé já tenha se alojado e seu cheiro característico esteja presente, é necessário expulsá-lo o mais rápido possível. Apesar de parecer complicado, há algumas ações caseiras eficazes:

 

Banhos nos pés com infusões de ervas são alternativas que equilibram seu pH. Dentre as  opções estão o chá preto, verde, de camomila, tomilho, menta e alecrim. É importante que essas imersões se prolonguem por até 20 minutos e que depois os pés sejam mantidos descalços, para que sequem naturalmente.

 

O fator limpeza é decisivo, então lavar os pés deve ser um hábito constante, seja com sabonete antibacteriano, água morna com sabão, sal, vinagre ou amido diluído. São indicados ainda caldo de limão, anti-séptico bucal e vinagre de maçã.

 

Antes de calçar, é fundamental usar talco, spray antifúngico ou desodorante antitranspirante, porque eles mantêm os pés frios e secos. Secar bem os pés após o banho, principalmente entre os dedos, é imprescindível, assim como lixá-los semanalmente, para remover as células mortas.

 

Higienizando os calçados

 

Tão importante quanto a sanidade dos pés é a limpeza dos calçados, onde as bactérias se alojam. Para garantir a ausência de chulé, adote alguns cuidados básicos:

 

– Antes de colocar um calçado, retire sua umidade com um secador de cabelos; complete colocando um pouco de talco, preferencialmente antisséptico.

 

– Se puder optar, prefira chinelo, sandália e sapatos ou tênis abertos; calçados fechados acumulam mais facilmente suor, bactérias e fungos.

 

– Calçados precisam estar arejados, então coloque-os no sol com frequência.

 

– Álcool, vinagre, água sanitária, sal de cozinha, cravo, canela e até ácido bórico são indicados para a higienização interna dos sapatos, graças à sua ação antimicrobiana.

 

– Procure ficar pelo menos 24 horas sem reutilizar um mesmo calçado.

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