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Filhos

Mãe superprotetora pode atrapalhar o desenvolvimento dos filhos

Por Redação Doutíssima 23/12/2014

Ser mãe é sinônimo de viver em constante preocupação com os filhos. Às vezes, o excesso de zelo extrapola e transforma uma mulher numa mãe superprotetora, o que não é nada bom. Proteger demais os filhos pode contribuir para que a criança cresça insegura, emocionalmente instável e se torne um adulto incapaz de resolver os próprios problemas.

 

 

mãe superprotetora

Excesso de proteção é prejudicial, ao contrário do que as mães podem pensar. Foto: iStock, Getty Images

 

Especialistas afirmam que proteger demais os filhos também influencia da autonomia e na autoconfiança dos pequenos. Uma mãe superprotetora faz, mesmo que inconscientemente, tudo no lugar do filho.

Mãe superproterora lê pensamentos

 

Se ele quer água, ela não deixa o pequeno terminar de falar e já está com dois litros prontos para ser consumidos. Se a criança tem fome, a mãe oferece um banquete. E assim é fácil estar decidindo desde as roupas que ela vai vestir  a quem serão os seus amigos.

 

Uma mãe superprotetora também tem o hábito de dar presentes para os filhos sem data especial. Faz tudo e mais um pouco para satisfazer todos os desejos da criança. Não é raro, filhos fazerem manha para conseguir aquilo que querem.

 

Assim, a mãe acaba mostrando que é fácil conseguir as coisas, basta um beiço e um choro e pronto! Um mundo de desejos é realizado.

 

Educar não é tarefa fácil. Mas uma mãe superprotetora faz com que a educação dos filhos seja mais difícil. Ela faz de tudo, até abdica da sua vida pessoal. Não porque ela não quer que o filho cresça, mas porque ela quer evitar que o filho sofra.

 

Mesmo que o sofrimento e os erros e acertos façam parte da aprendizagem das crianças, a mãe não consegue entender que essas coisas e situações fazem parte do crescimento.

 

Uma mãe superprotetora tem dificuldade de transmitir valores aos filhos. Como elas falam, escolhem e se frustram por eles é difícil para os pequenos entenderem o que podem e o que não podem e o que é certo e o que é errado.

 

A personalidade das crianças pode ser afetada de forma significativa no futuro se ela não entender que existe adversidades na vida.

 

Uma mãe superprotetora cria um filho inseguro

 

 

Insegurança. Este talvez seja o principal sentimento de um adulto educado por uma mãe superprotetora. Medo da solidão e da rejeição também fazem parte da etapa madura. Não é raro, que sejam adultos com dificuldade de relacionamento e que busquem, principalmente os meninos, a figura da mãe na esposa.

 

Na adolescência a mãe superprotetora também pode se manifestar, o que mais uma vez é um risco para o desenvolvimento emocional do jovem. Uma mãe que encoberta os erros dos filhos pode gerar ainda mais conflito nos sentimentos do adolescente.

 

O excesso de cuidado nas relações dos filhos merece atenção. Os pais podem ser bons termômetros e vigilantes nesta situação.

 

No entanto, devem falar com as esposas de forma delicada, que não as façam se sentir agredidas ou reprimidas. Pois do contrário, o tiro pode sair pela culatra. Algumas mães precisam de tratamento psicológico para deixar de serem superprotetoras.

 

 

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