Gestante

Conheça 3 fatores que indicam uma gestação de risco

Por Redação Doutíssima 05/11/2014

Em uma gravidez saudável, a mulher passa pelas cerca de 40 semanas de forma tranquila, sem problemas ou grandes dificuldades. Alguns sintomas amplamente conhecidos devem ter acompanhamento, mas são considerados normais – como os enjoos e vômitos, sono, variações de humor, cansaço, entre outros.

Em contrapartida, o sinal vermelho deve estar acesso para sintomas que podem indicar uma gestação de risco. Conheça alguns e fique atenta!

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Identifique os pontos para evitar problemas na sua gravidez. Foto: iStock, Getty Images

Sinais de gestação de risco

Primeiramente, é importante avaliar junto ao seu médico se a gestação é considerada normal ou desde o início é considerada uma gestação de risco.

Nisto interferem fatores como idade, doenças genéticas ou pré-existentes, sequelas de alguma doença, uso de medicação contínua, drogadição, doenças auto-imunes, entre outros. Tudo deve ser claramente relatado ao médico para um diagnóstico preciso.

As mulheres costumam achar muito injusta a idade reprodutiva tida como ideal. E é, pois alguns estudos indicam que o ideal é ter a primeira gestação até os 35 anos – ou seja, uma mulher bastante jovem. Cada vez mais a medicina neste quesito avança e ocorrem gestações saudáveis em mulheres mais velhas.

Mas, via de regra, uma gestação, especialmente a primeira, acima dos 35 anos deve ser acompanhada com mais cuidado, já sendo considerada uma gestação de risco. Acima dos 40 os riscos de uma gravidez complicada e da criança nascer com alguma síndrome são ainda maiores.

Doenças e a gestação de risco

Doenças crônicas como diabetes, hipertensão, obesidade, problemas de coração, HIV ou doenças sexualmente transmissíveis, doenças congênitas, câncer, entre outras, podem trazer riscos a gestação.

Na gravidez, o trabalho dos hormônios e todo movimento do organismo para a gestação do feto podem agravar doenças pré-existentes, configurando uma gestação de risco.

A mulher também deve ficar atenta ao contágio de doenças após já estar grávida, pois também agravam a gestação e podem provocar complicações para o bebê, como o contágio por DSTs, rubéola ou malária.

A sífilis, por exemplo, é uma doença sexualmente transmissível gravíssima em gestantes, podendo causar abortos, cegueira, surdez, má formação e deficiência mental. Por isso, o exame pré-natal bem feito é indispensável para a detecção de doenças e segurança da mãe e do bebê.

Histórico de antecedentes com anomalias genéticas, quando um ou mesmo o casal possui alguma anomalia genética ou já tiveram um filho com doença de transmissão hereditária, também deve ser avaliado.

Uso de drogas

Que o uso de drogas faz mal não é nenhuma novidade. Mas durante a gravidez os riscos imputados à criança são muito grandes. As drogas mais pesadas, como anfetaminas, cocaína e outros psicotrópicos, podem resultar em atraso no desenvolvimento da criança e lesões fetais graves.

Uma criança com mãe usuária de crack, por exemplo, pode nascer com baixo peso e já com síndrome de abstinência fetal, sofrendo de convulsões, tremores, entre outros efeitos.

O uso de drogas lícitas também pode causar uma gestação de risco. O consumo regular de álcool, por exemplo, pode causar a síndrome feto alcoólica, podendo desenvolver problemas cardíacos, alterações no sistema nervoso central, microcefalia, má formação e alterações na visão.

O consumo de álcool não muito elevado, mas frequente, pode acarretar em uma criança com distúrbios como hiperatividade e déficit de atenção.

 

 


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