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Guia dos Dentes

Tratamento de classe II: AEB

Por Redação Doutíssima 17/10/2013

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Reforçando nossas conversas de hoje sobre os possíveis tratamentos de pacientes classe II, vamos esquecer um pouco as exodontias e os distalizadores e falar sobre um aparelho que é o terror para muitas crianças e adolescentes que precisam fazer uso dele. O tratamento de classe II com o aparelho extrabucal (AEB) é de extrema importância em vários casos e isso se torna muito difícil para os pais e o ortodontista que precisam mostrar a importância desse aparelho para o nosso pequeno (ou não tão pequeno assim) paciente.

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Você já se deparou pela rua com alguma criança ou um adolescente que possui alguns ferros ou ligas para fora da boca? Ou mesmo com aparelhos que ficam em volta da cabeça como se fosse um “capacete”? Eles se chamam aparelhos extrabucais. Eles podem ser de vários tipos e de várias utilidades. Vamos conversar sobre o aparelho extrabucal para nossos pacientes classe II.

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Aparelho extra-bucal (apelidado carinhosamente de AEB)

O tratamento com aparelho extrabucal “segura” o crescimento para frente da maxila ou pode envolver o crescimento da face além de poder trabalhar a retrusão dessa maxila. É indicado quando a má oclusão é determinada predominantemente por um crescimento exagerado da maxila (paciente dentuço). Nesses casos, o paciente tem um comprometimento facial considerável ou o dentista, através de exames, constata que há um potencial de crescimento anormal significativo que precisa ser corrigido antes de se agravar.

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Para que o tratamento possa ser considerado ortopédico, ele precisa ter uma determinada força sobre o que queremos mudar e a partir dessa força temos o tratamento ou uma força ortopédica, além disso, esse tipo de tratamento é norteado por modificações ósseas, seja de quantidade ou de modificações em vetores de seu crescimento. Em muitos casos, o sistema osso+dentes não precisa ser somente “recuado para trás”, faz-se também, uma significativa rotação ou mudança de ângulo de crescimento ósseo maxilar e consequentemente mas não obrigatoriamente, mandibular.

Para poder realizar forças maiores e buscar o mínimo de efeitos colaterais, o aparelho se baseia em uma sustentação que pode se localizar no pescoço ou algum posicionamento em torno da nuca do paciente. Esse apoio, somado a elásticos, se ligam ao arco de metal que está diretamente ligado a uma placa de acrílico presa aos dentes do paciente.

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Acho um aparelho fenomenal com efeitos muito satisfatórios e que infelizmente tem o quesito estético muito forte causando uma falta de cooperação de muitos pacientes. Se ortodontista, pais e paciente se unem e topam fazer um pouco de sacrifício para ter um resultado muito bom, é grande a chance de um tratamento bem finalizado e agradando a todos.


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