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Dica do Nutricionista

Açúcar faz mal, mas sem ele você pode morrer, dizem cientistas

Por Redação Doutíssima 28/07/2014

Diante das declarações da ONU de que o açúcar faz mal, podendo ser considerado “o novo tabaco” quando consumido em excesso, cientistas alertam que a falta dele também pode matar. 

 

açúcar faz mal

Foto: Shutterstock

 

O equilíbrio nunca foi fácil de ser atingido, principalmente quando se trata de alimentação saudável. Com o acesso mais fácil às informações e também com o aparecimento de dietas diversas as pessoas tendem a pesar a mão nas restrições ou no abuso de um determinado produto.

 

Açúcar faz mal?

 

Entre os vilões declarados atualmente está o açúcar, que já sofria certa perseguição por parte de quem busca uma vida mais saudável, o que ganhou mais força após uma declaração a ONU de que o risco que ele representa para a saúde o coloca como um novo tabaco. Mas, de acordo com um grupo de cientistas o excesso de açúcar faz mal, mas que isso não pode ser visto de forma tão radical.

Segundo os especialistas, é possível que haja um ganho de saúde em uma dieta com menos açúcar, evitando o consumo de produtos que não sejam adoçados artificialmente. Eles afirmam que igualmente perigoso é cortar o açúcar definitivamente de sua dieta, o que também poderia diminuir seu tempo de vida, além de ser uma perda de tempo e dinheiro.

“Cortar todo o açúcar de sua dieta seria muito difícil de conseguir”, disse o bioquímico Leah Fitzsimmons, que ainda alertou também que uma abordagem tão drástica poderia ser fatal. Segundo ele, “frutas, legumes, laticínios e substitutos lácteos, ovos, álcool e nozes todos contêm açúcar. Se alguém tira isso da dieta resta pouco mais do que carne e gorduras para comer, o que definitivamente não é muito saudável”. A dieta livre de açúcar foi uma das cinco avaliadas por nutricionistas, bioquímicos e outros especialistas para o Sense About Science.

 

Outras dietas avaliadas

 

O grupo de especialistas também deu o parecer sobre outras dietas que eles consideraram que fogem um pouco do equilíbrio esperado. Entre elas está a chamada Dieta paleolítica, que foi rejeitada pelo fato de ser contraditória. Segundo eles, voltar às raízes da nossa espécie e comer da mesma forma que nossos ancestrais nos obrigaria a investir em uma dieta a base de frutas, verduras e carnes magras, não de produtos modernos.

A dieta do barro também foi considerada um risco para a saúde. Seus seguidores acreditam que ingerir uma colher de argila por dia desintoxica o organismo, estimula o sistema imunológico e equilibra os níveis de acidez. No entanto, nutricionistas alertam que pode causar problemas que vão desde uma prisão de ventre até envenenamento, além de reforçar que esta ‘desintoxicação’ prometida não passa de um mito de marketing.

Segundo Catherine Collins, da Associação Dietética Britânica, os “promotores de dieta da moda nunca deixam que uma boa nutrição entre no caminho do marketing persuasivo utilizado para promover os seus mitos e gerar lucro”.

 

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