A maioria das pessoas quando pensa em intercâmbio logo imagina que é uma experiência cara e para poucos. Talvez até seja, mas só se você não levar em conta preços e informações a respeito. Pesquisar é a palavra-chave para desfrutar dessa experiência enriquecedora.

Para muitos, as férias de verão ou de fim de ano são excelentes para descansar e aproveitar a família. Para outras, é uma oportunidade para adicionar conhecimento à trajetória pessoal e profissional.

 

Segundo uma pesquisa divulgada pela Belta, Brazilian Educational & Language Travel Association, 230 mil brasileiros investiram em intercâmbio cultural no ano passado. Esses brasileiros saíram do País decididos a estudar idiomas e cursos para enriquecer o currículo em busca do seu espaço nesse mercado de trabalho tão concorrido.

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Pesquisa: 230 mil brasileiros investiram em intercâmbio cultural no ano passado. Foto: iStock, Getty Images

“As novas exigências do mercado de trabalho, a busca por um diferencial profissional, o interesse por outras culturas e a procura por novas oportunidades de trabalho são os fatores que motivam a pessoa estudar no exterior”, afirma Marcelo Melo, diretor da IE.

O que o intercambista não pode esquecer?

O intercâmbio começa muito antes de realizar a viagem e é isso que quem quer embarcar nessa experiência precisa ter em mente.

 

1. Passaporte

 

É essencial que o passaporte tenha validade de no mínimo seis meses para além da data que está programada o retorno do intercambista.

 

2. Visto

Fique atento ao visto, pois esse tipo de documento depende do país e da duração do intercâmbio.

 

3. Cursos

 

Primeiro, é necessário descobrir o motivo pelo qual você deseja fazer o intercâmbio. É para enriquecer a sua carreira profissional, seu currículo? Ou é uma viagem cultural? Existem muitas opções, mas entre elas estão: cursos de idioma regular, de idioma com atividades, de especialização, graduação, pós-graduação, trabalho temporário e até mesmo voluntariado.

 

4. Hospedagem

 

Muitas agências de viagem apresentam opções como casas de família, apartamentos, dormitórios, quartos individuais e compartilhados. O importante é escolher a alternativa que caiba no seu bolso.

 

5. Dinheiro

 

Tenha dinheiro em espécie para a chegada no país do intercâmbio. O ideal é US$ 200. O restante do dinheiro que você juntar deve estar em cartão pré-pago, também conhecidos como Visa Travel Money (VTM).

 

6. Seguro saúde e assistência

 

Para realizar o intercâmbio é exigido o seguro saúde pelo tempo que o intercambista esteja no país. A agência que você contratar é fundamental nessa experiência, pois é ela que ajuda a traçar uma rota que conciliam os seus objetivos durante o intercâmbio.

 

É ela que mostra quais são as melhores opções de cursos, lazer e hospedagem dentro do seu orçamento. Prefira sempre as empresas que apresentam o selo da Associação Brasileira das Agências de Intercâmbio (Belta).

Lugares incomuns para fazer intercâmbio

Existem opções mais baratas que países tradicionais como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Espanha quando o interesse é aprender outra língua. Um bom exemplo disso é Malta, no sul da europa. Entre os atrativos do país estão o Mar Mediterrâneo de água cristalinas e investimento financeiro 40% mais barato quando comparado a Inglaterra, para quem deseja estudar inglês.

 

A África do Sul também é um bom país para se fazer intercâmbio se entre os seus objetivos está aprender inglês e realizar trabalho voluntárioE quando a língua a ser aprendida não é a inglesa? Já pensou em estudar no México ou Guatemala? Esses países oferecem uma vida cultural agitada, preços acessíveis e boas escolas.

 

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