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5 mitos sobre o ponto G que você precisa abandonar

Por Vivian Ortiz 16/11/2018

O ponto G ainda é um dos maiores mistérios da sexualidade feminina. Uma das poucas informações que sabemos é que está localizado na parede vaginal, entre 5 e 8 cm de profundidade.

(Foto: iStock)

Dá para tocá-lo ao colocar o dedo na vagina. Você consegue perceber, com a ponta dele, que o ponto G tem uma textura levemente enrugada, lembrando a do céu da boca.

Apesar de parecer simples, ele não é fácil de encontrar. Isso porque a anatomia feminina varia bastante, e é mais fácil reconhecê-lo em umas do que em outras.

Quer tentar descobrir onde está o seu e se divertir muito com isso? Fortíssima lista aqui cinco mitos sobre o ponto G.

Mito 1: o ponto G não serve para nada

Muito pelo contrário: quando bem estimulado, ele é capaz de causar grandes orgasmos e uma excitação sexual fora do comum.

O problema é que ainda existem poucos estudos a respeito da anatomia genital feminina. Tanto é que foi somente em 1981 que a região ganhou o nome de ponto G: a letra é uma homenagem ao ginecologista alemão Ernst Gräfenberg.

Além de ter criado o DIU (dispositivo intrauterino), ele desenvolveu uma linha de estudo sobre o papel da uretra feminina no orgasmo.

Mito 2: só dá para encontrar o ponto G durante a masturbação.

Esse mito se explica pelo fato de que, muitas vezes, é por meio da masturbação que a mulher descobre seu próprio corpo. Mas é possível atingir o ponto G durante a penetração com seu parceiro.

De qualquer forma, o fato é que fica muito mais fácil encontrar o ponto G quando a mulher está excitada. Por isso, pode valer a pena fazer essa busca acompanhada.

Mito 3: estimular o ponto G é bem diferente de estimular o clitóris.

Não é bem assim. Um estudo recente mostrou que os estímulos na vagina e no clitóris são igualmente importantes para se chegar ao orgasmo. Na verdade, o clímax é um conjunto de vários tipos de estimulações.

A “equipe” pró-orgasmo inclui o clitóris, os pequenos lábios da vagina e as paredes vaginais, além de todas as preliminares, como música ambiente, aromas e estímulos visuais.

Mito 4: a ejaculação feminina só acontece quando se estimula o ponto G.

Nem sempre. Fazer uso deste “botãozinho” é uma das formas de a mulher ejacular na hora do orgasmo, mas algumas conseguem o mesmo efeito com uma intensa estimulação do clitóris.

Por outro lado, nem todas ejaculam, e isso não deve ser considerado algo ruim. Cada uma reage de um jeito, e o importante é curtir o momento.

Mito 5: só existe uma forma de estimular o ponto G.

Como a anatomia de cada mulher é única, cabe a você descobrir qual é o jeito mais gostoso de encontrá-lo.

Existem mulheres que chegam lá quando elas próprias ou o parceiro colocam dois dedos na vagina e fazem uma massagem, imitando aquele movimento de “vem cá”. Outras usam brinquedinhos sexuais como vibradores. A diversão é livre!

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