Sexualidade

Casa de swing pode ser opção para apimentar relação

Por Redação Doutíssima 25/11/2014

Você e seu parceiro estão na melhor fase da vida sexual e do relacionamento. Esse pode ser, então, o momento ideal para que vocês descubram novas formas de prazer a dois. Uma delas pode ser conhecer uma casa de swing.

É verdade que antes de entrar em um lugar que transpira sexo, vocês dois devem estar despidos de preconceitos e cientes de que ambos poderão interagir – e mais, agir sexualmente com outras pessoas.

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Vivenciar uma experiência em grupo depende da confiança do casal. Foto: iStock, Getty Images

Entenda como funciona a casa de swing

Com isso compreendido e dispostos a novas aventuras, o primeiro passo é entender como funciona o ambiente. Uma casa de swing, ao contrário do que muitos podem pensar, não é um espaço onde as pessoas fazem sexo em qualquer lugar.

Na pista de dança, por exemplo, não é permitido relação, apenas amassos. Sexo acontece em outros diversos ambientes, mas todos pensados para isso.

É o caso dos labirintos, onde você pode ser apalpado por quem estiver passando, nos chamados darkrooms, onde a escuridão não permite que os rostos sejam vistos, ou ainda em quartos para casais que querem se exibir para terceiros.

Numa casa de swing não entram menores de 21 anos nem homens solteiros e homossexuais. Mulheres solteiras são permitidas, mas o valor da entrada pode ser mais caro. O local realmente é pensado para casais que estão buscando novos prazeres, não é um ambiente para se encontrar alguém nem para traição.

Muitas vezes, os seguranças podem até checar se o homem e a mulher são um casal de verdade, pois se houver a desconfiança de que ela seja uma garota de programa, ambos podem ser barrados ou até expulsos do local.

Confiança e conversa antes da casa de swing

Entrar em uma casa de swing também significa estar ciente a mulher será a mais desejada. Por isso é importante que o casal esteja bem resolvido e aceite de comum acordo participar de um swing. Autoconfiança e confiança um no outro é vital para que a experiência seja benéfica para os dois.

Geralmente é a mulher quem decide se irá participar de uma transa ou não. Deve ser claro para os frequentadores que quando um não é dito ele deve ser respeitado.

O uso de camisinha é sempre aconselhável, afinal previne gravidez e doenças sexualmente transmissíveis, mas existem casais que podem aceitar fazer sexo sem o uso de preservativos. Nesse caso, pense bem se vale a pena.

Como encarar o dia seguinte? Esta é uma pergunta que muitos casais podem fazer mesmo antes de tentar uma experiência numa casa de swing. Existem algumas regras entre os frequentadores que devem ser seguidas à risca.

A primeira delas é não falar sobre as pessoas com as quais vocês transaram. Afinal, elas só foram importantes naquele momento, não devem ser mais no dia seguinte. Não fale sobre o tamanho do pênis do homem nem dos seios da mulher.

E jamais, em hipótese alguma, fale com terceiros sobre pessoas conhecidas que você viu na casa de swing, Assim como você, elas também merecem sigilo.

Você pode falar com seu parceiro sobre as sensações vividas durante o sexo, sobre o que você sentiu ao vê-lo com outra ou como ficou ao transar com outro cara com ele sabendo disso. A dica é falar sobre as descobertas feitas na casa de swing e nunca sobre as pessoas, ok?

 

 

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