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Amor e Sexo

Sexo sem proteção: ainda há quem desconsidere o uso da camisinha

Por Redação Doutíssima 22/02/2015

Ainda que sejam constantes as campanhas realizadas a respeito, ainda há quem considere fazer sexo sem proteção. Pode soar pouco crível, mas essa foi a realidade revelada por uma recente pesquisa elaborada pelo Laboratório de Pesquisa da UniCarioca, tomando por amostragem os cidadãos cariocas.

De acordo com o estudo, 88% dos entrevistados cogitaram a hipótese de ter um relacionamento com alguém que não se disponha a usar preservativo, enquanto 38% desse universo foi além e confessou que faz isso com muita frequência. Trata-se de um dado alarmante, já que são óbvios os perigos do sexo sem proteção.

Seja qual for a situação, uso de preservativo deve ser regra. Foto: iStock, Getty Images

Seja qual for a situação, uso de preservativo deve ser regra. Foto: iStock, Getty Images

Por que fazer sexo sem proteção?

De acordo com a pesquisa realizada pela UniCarioca, existem diversas razões pelas quais as pessoas são levadas a considerar a realização do sexo sem proteção. Conforme as estatísticas apuraram, 26% dos entrevistados mencionaram que fariam isso se houvesse interferência no prazer.

Já 24% mencionaram a hipótese de o parceiro não ser favorável ao uso e, finalmente, 10% indicaram que fariam sexo sem proteção caso ela, a proteção, viesse a diminuir a ereção.

O quadro acima retrata que, talvez, as campanhas de informação sobre os perigos do sexo sem proteção não sejam assim tão eficazes. Realmente, a maior preocupação dos entrevistados, de que o uso do preservativo poderia diminuir o prazer, não passa de um mito.

Recentemente houve uma pesquisa a respeito da satisfação sexual, feita com 1.800 voluntários que tinham, em média, 26 anos de idade, e aqueles que mais se destacaram no levantamento informaram que o uso do preservativo, a camisinha no caso, não afetava em nada o desempenho sexual.

Por outro lado, a diminuição da ereção até pode ocorrer, já que há um pouco de perda da sensibilidade, mas normalmente ela está atrelada mais a fatores psicológicos – por exemplo, a pessoa automaticamente vincula a colocação do preservativo com a diminuição da ereção – do que ao fato de colocar a camisinha.

Todos sabem do perigo do sexo sem proteção?

Nos dias atuais é difícil encontrar alguma pessoa que não conheça os perigos de ter sexo sem proteção. Realmente, seja na própria casa, seja no colégio, desde cedo, as pessoas aprendem que manter relações sexuais sem o devido cuidado pode trazer determinadas consequências, como a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis e uma gravidez indesejada.

Mesmo sabendo disso, porém, tudo indica que as pessoas ainda assim coloquem suas angústias – aquelas que falamos mais acima – à frente da necessidade de proteção. Por que isso acontece?

Quem se inclina sobre o assunto acredita que isso possa ocorrer porque, atualmente, existem diversos métodos contraceptivos de emergência disponíveis em farmácias – como a pílula do dia seguinte, por exemplo – e, além disso, os estudos e o tratamento contra doenças sexualmente transmissíveis, sobretudo a AIDS, estejam em estágios bem avançados.

Nesse cenário, e diferentemente do que ocorria no passado, é muito difícil que as pessoas visualizem ou conheçam alguém que esteja suportando de forma drástica as consequências do sexo sem proteção e, assim, acabam tomando coragem para se arriscarem.

 

 

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