Parece que o sexo é mais do que uma simples descarga hormonal e breves momentos de prazer. É que pesquisadores têm mostrado que ele é extremamente benéfico para a saúde e que períodos de detox sexual muitas vezes refletem negativamente no organismo.

 

Muito desenvolvida, a ciência por trás dessa relação tem sido capaz de indicar inclusive a frequência mais indicada para fazer sexo.

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Atividade sexual vigorosa é capaz de queimar até 200 calorias. Foto: iStock, Getty Images

 

Detox sexual pode ser um problema

Muitas pessoas podem se encontrar em um detox sexual, ou seja, uma temporada sem ter relações sexuais. Isso é capaz de ocorrer por diversos motivos, mas o fato é que nossa saúde mental e emocional é claramente influenciada pelo sexo. Pesquisas indicam, inclusive, que a abstinência é capaz de levar a problemas como ansiedade e depressão.

 

De acordo com um levantamento realizado pela indústria farmacêutica Pharma Dynamics, da África do Sul, oito a cada dez mulheres consideram ter uma vida sexual saudável, mas 70% delas disseram que a abstinência sexual as faz se sentirem deprimidas e levantar dúvidas sobre sua própria autoestima.

 

Para chegar a essa conclusão foi feita uma entrevista com aproximadamente 700 mulheres sul-africanas, todas envolvidas em relacionamentos sérios. 

 

Além disso, uma pesquisa de 10 anos realizada com mil homens de meia idade na Queens University, Irlanda, mostrou que o sexo regular é capaz de aumentar a expectativa de vida dos seres humanos. Considerada a mesma idade e quadro de saúde, aqueles que tinham orgasmos com frequência mostraram metade da taxa de mortalidade se comparados aos homens que não o tinham.

 

Fazer sexo faz bem para a saúde

Fazer sexo seguro, especialmente com um parceiro comprometido e amoroso, pode trazer benefícios para a saúde. A cama é capaz de ser uma boa máquina de exercício e atividade sexual vigorosa para queimar até 200 calorias. Com isso, o sexo pode contribuir para a melhoria da aptidão física em geral.

 

Para os homens, muitos estudos têm mostrado que ele reduz o risco de ataques cardíacos ou AVC, bem como de incidência de câncer de próstata. Para mulheres, pesquisas têm revelado que o sexo regular aumenta a produção de estrogênio e diminui sintomas da TPM. Acontece que os benefícios vão ainda mais além.

 

De acordo com uma pesquisa realizada pela Wilkes University, dos Estados Unidos, pessoas que têm sexo uma ou duas vezes por semana possuem um nível de imunoglobulina 30% superior aos indivíduos que não mantêm relações com tanta frequência. Essa substância é benéfica para o sistema imunológico do organismo, e ajuda a prevenir gripes e resfriados.

 

Outro estudo realizado pela Headache Clinic da Southern Illinois University, Estados Unidos, apurou que metade das mulheres que sofrem com enxaqueca relatam melhoras após atingir o clímax. Os pesquisadores explicaram que isso ocorre porque a endorfina liberada durante o orgasmo tem efeito próximo ao da morfina, sendo capaz de aliviar a dor.

Por isso, se você não está tendo sexo como gostaria, é preciso mudar essa situação. Verifique os motivos pelos quais sua vida sexual está em baixa e procure solucionar essas questões. Muitas vezes certas mudanças são necessárias para reincluir o sexo na rotina e obter todos os seus benefícios.

 

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