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Especialidades

Desvendando o ataque epilético: entenda o que ocorre no cérebro

Por Redação Doutíssima 06/07/2014

O ataque epilético é decorrente de uma doença denominada epilepsia e se assemelha a uma descarga elétrica, podendo atingir uma parte do cérebro e se espalhar a outras, chegando até a envolver todo o cérebro.

Ataque epilético não é sempre igual

O ataque epilético não é sempre igual, o que exige atenção de familiares e pessoas próximas quanto aos procedimentos de socorro à vítima. Ocasionalmente, ele acontece subitamente e tem curta duração, sendo autolimitado.

Ataque epilético muda de intensidade e característica conforma área do cérebro. Foto: Shutterstock

Ataque epilético muda de intensidade e característica conforma área do cérebro. Foto: Shutterstock

Ataque epilético afeta homens e mulheres

O ataque epilético afeta homens e mulheres de forma semelhante, embora determinados tipos de epilepsia sejam mais comuns em um ou outro sexo. A epilepsia é uma doença bastante comum e, normalmente, começa na infância, mas pode se manifestar apenas em idade mais avançada.

Estima-se que uma a cada 30 pessoas pode vir a desenvolver epilepsia. No entanto, a maior parte delas melhora com o decorrer dos anos: em cerca de 6 a cada 10 pessoas, a doença desaparece sozinha.

Tipos de ataque epilético

Em muitos casos de ataque epilético, ele acontece espontaneamente e sem aviso prévio. Também a forma de ataque depende da parte do cérebro envolvida. Os tipos de ataque epilético podem ser divididos de quatro formas:

– Parciais simples: geralmente, confinam uma pequena parte do cérebro e não ocorre a perda da consciência. Este ataque epilético se divide em lobo temporal, do lobo frontal, do lobo parietal e do lobo occipital, dependendo do ponto onde ele inicia;

– Parciais complexos: envolve uma parte maior do cérebro e se espalha em extensão suficiente para fazer com que o doente perca a consciência do meio em que está presente;

– Secundários generalizados: são resultantes da propagação do ataque epilético ao longo de ambas as metades do cérebro. A propagação pode ser suficientemente lenta, razão pela qual o doente tem um sinal de aviso, mas também pode ser muito rápida, já que o doente perde a consciência;

– Generalizados:são ataques com início em ambas as metades do cérebro ao mesmo tempo e, como tal, não existem sinais de aviso. Perde-se imediatamente a consciência.

O ataque epilético generalizado é divido em duas categorias: ausência (quando existem pequenos períodos de vazio, que perdura apenas uma questão de segundos, sendo facilmente confundidos com a falta de atenção ou perda de concentração) e mioclónico (tipo de ataque epilético normalmente registrado em doentes com convulsões muito breves de um dos membros ou de todo o corpo).

O que causa o ataque epilético

Para que aconteça um ataque epilético, o cérebro deverá sofrer demasiada excitação ou pouca inibição em uma determinada parte – ele funciona corretamente quando há um equilíbrio entre a excitação e a inibição.

Em ataques parciais, o desequilíbrio entre a excitação e a inibição pode ser causado por danos localizados no cérebro, como pela falta de oxigênio à nascença, meningite ou traumatismos cranianos. Ainda, por tecido anômalo, como um tumor cerebral ou deficiência no desenvolvimento cerebral.

Em se tratando de ataques generalizados, o desequilíbrio químico pode ser provocado por drogas como a cocaína e as anfetaminas, além das alterações químicas do sangue, pelo excesso de álcool e, por fim, por fatores hereditários ou desconhecidos.

 

 

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