Sexualidade

Veja quais são os 4 maiores mitos sexuais

Por Redação Doutíssima 29/10/2014

Quando falamos de sexo, muitas pessoas gostam de se mostrar entendidas. Mas provavelmente todo mundo acredita em ao menos um dos tantos mitos sexuais que, por uma razão ou outra, se perpetuaram. Afinal, não temos como saber tudo da prática, então acabamos acreditando em algumas histórias duvidosas.

O que acontece é que muitas das coisas que ouvimos por aí sobre sexo não correspondem à realidade. E uma mentira repetida muitas vezes dá origem a esses mitos sexuais. Quer ver se você também não acredita em alguns deles? Confira abaixo.

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Tamanho é ou não documento? Esse é um dos mitos sexuais. Foto: iStock, Getty Images

Conheça alguns dos maiores mitos sexuais

1. Tamanho é documento

Vincular o tamanho do pênis do homem ao seu desempenho sexual é algo absolutamente incorreto, o que reforça aquele famoso ditado popular: “tamanho não é documento”. Acredite, esse é um dos grandes mitos sexuais que já foram derrubados por estudos.

Muito mais importante do que o tamanho é a habilidade do parceiro. Isso porque a mulher possui uma série de terminações nervosas na sua região vaginal, e o que importa é a habilidade de saber estimulá-las, o que não guarda relação alguma com o tamanho do membro sexual do homem.

2. O homem sempre deve ser a parte ativa da relação

Esse também é um dos maiores mitos sexuais existentes. Não está escrito em lugar algum que são os homens que devem tomar a iniciativa quanto às relações sexuais e, quando nelas, assumir uma posição ativa.

Aliás, variar quem comanda as ações pode ser bastante benéfico para o casal, já que não deixa o ato sexual virar rotina. É bom que as mulheres também tenham espaço para tomar iniciativa na relação – isso pode ser bastante prazeroso.

3. Tempo é sinônimo de satisfação

Aqui também temos um dos grandes mitos sexuais. Muitas pessoas acreditam que o prazer de uma relação sexual está diretamente ligado ao rendimento do homem. Não é verdade, já que muitos fatores influenciam na satisfação do casal ao transar.

Lembre-se que o sexo é uma viagem, e não um destino, e por isso o tempo de duração é menos determinante do que se pensa. O que é realmente importante é o quanto as pessoas desfrutam desse momento – e não o quanto ele dura. É importante recordar, também, que o sexo vai muito além da penetração, abrangendo também as preliminares, que podem ser tão prazerosas quanto aquela.

4. A camisinha reduz a sensibilidade

Antigamente até poderia ser verdade, mas hoje não passa de mais de um dos tantos mitos sexuais que circulam por aí. A ideia, inclusive, já foi desmentida por pesquisas científicas: estudiosos da Universidade de Bloomington, nos Estados Unidos, asseguram que a ideia de que a camisinha diminui a sensibilidade não passa de uma crença popular.

É importante que isso seja esclarecido, já que todos sabem a importância do preservativo para o sexo seguro. Além disso, com a evolução da ciência e dos estudos, atualmente é possível encontrarmos camisinhas cada vez mais finas e ultrassensíveis – sem que isso signifique menor segurança.


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