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Clínica Geral

Saiba mais sobre a atuação do farmacêutico

Por Redação Doutíssima 20/01/2015

No dia 20 de janeiro é comemorado o Dia do Farmacêutico, mas você sabe qual a importância desse profissional para sua saúde? A profissão é secular e tem origem junto aos boticários e apotecários, lá no distante século XII.

farmaceutico

No Brasil, esse profissiona é habilitado para excercer cerca de 70 atividades. Foto: iStock, Getty Images

Ele é o profissional indicado para esclarecer dúvidas sobre a composição dos medicamentos e pode, eventualmente, indicar medicamentos de uso não controlado. Toda a farmácia deve ter um profissional formado e habilitado porque será ele o responsável técnico pelo estabelecimento.

Farmacêutico: uma profissão eclética

 

Na antiguidade, o farmacêutico era o profissional que elaborava a fórmula dos medicamentos e, para isto, usava os princípios ativos de elementos da natureza. Atualmente, esse profissional também pode exercer a mesma função, mas os elementos são basicamente de origem sintética.

Ele poder atuar em hospitais, indústrias, laboratórios de análises clínicas e também na prevenção de pragas no campo. De atuação eclética, somente no Brasil, este profissional está habilitado a exercer mais de 70 atividades diferentes.

Como já vimos, toda a farmácia, seja ela de manipulação ou de venda de medicamentos de laboratórios, precisa ter um farmacêutico responsável durante todo o período de atendimento ao público.

É esse que pode esclarecer todas as suas dúvidas sobre os medicamentos receitados pelo médico, como posologia, efeitos colaterais e indicação.

Desde 2013, quando o Conselho Federal de Farmácia aprovou uma nova resolução, o farmacêutico pode tratar o que os profissionais de saúde chamam de “transtornos menores”. Na prática isso significa que ele pode receitar de analgésicos para dor de cabeça a remédios para diarreia.

Esse profissional deve emitir o receituário do medicamento, que deve conter assinatura e carimbo com o registro profissional.

Trabalho do farmacêutico evita a automedicação

 

A automedicação envolve uma série de riscos à saúde do paciente que vão desde o remédio não provocar efeito desejado até intoxicação. Só em 2014, 70 mil brasileiros foram internados em hospitais vítimas de intoxicação causada por automedicação.

Para evitar que isso aconteça com você, tenha o farmacêutico como seu aliado. Esse profissional pode te orientar sobre qual medicamento é mais indicado para os sintomas, posologia e, se é preciso consultar com um médico para esclarecer qual problema está interferindo na sua saúde.

Vender medicamentos no mercado negro, ou seja, sem receita médica é prática comum no Brasil. Muita gente clona receitas de medicamentos de uso controlado, especialmente os inibidores de apetite e os medicamentos de efeito psicoativos. Esses só são vendidos sob prescrição médica.

O farmacêutico está habilitado para descobrir se a receita, com a indicação do remédio, é ou não original. Cabe a ele fazer denúncia à Vigilância em Saúde do município e também reter a receita junto ao balcão.

Essa atitude é vital para evitar a automedicação de pessoas que não poderiam consumir aqueles medicamentos sem orientação adequada e, também, para acabar com este mercado paralelo de venda de remédios de uso controlado.

 

 

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