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Entenda como a fisioterapia pode diminuir os problemas com a bronquite crônica

Por Mayara Pinheiro 14/04/2014

Normalmente tratada por meio de medicamentos, a bronquite crônica pode ter seus efeitos reduzidos também pela fisioterapia. Saiba como! 

bronquite crônicaA bronquite é causada pela inflamação dos brônquios e o acúmulo de muco nas vias respiratórias. Pacientes com bronquite crônica possuem sintomas como tosse, chiado no peito, falta de ar e/ou catarro.

Um dos principais fatores para o desenvolvimento da bronquite é o uso contínuo do cigarro. Outras pessoas propensas a terem bronquite são os idosos, crianças e bebês, além de pessoas com doenças cardíacas ou pulmonares.

Assim como o uso do cigarro, outros fatores externos como a poluição do ar, o contato com alguns elementos, como pessoas que trabalham em minas de carvão, fábricas de tecidos ou que li dam com grãos também estão propensas a desenvolver bronquite.

Fisioterapia e a bronquite crônica

Segundo Shepherd (1995), a bronquite crônica é um dos principais distúrbios respiratórios e o paciente deverá ser encaminhado para tratamento de fisioterapia.

Drenagem Postural: a drenagem postural não é necessariamente um recurso mecânico, tampouco um recurso manual. Na verdade, ele é sim um recurso da própria natureza, baseado na ação da gravidade, que o fisioterapeuta utiliza para auxiliar na melhora de seus pacientes, principalmente aqueles com acúmulo de secreção pulmonar.
A posição de drenagem deve ser precisa para as áreas afetadas do pulmão e como as bronquiectasias geralmente ocorrem nas bases, a drenagem postural emprega o posicionamento sentado a fim de facilitar a ventilação em ápice.
Para a drenagem da secreção, o paciente deverá ser mantido em posição capaz de facilitar o fluxo da secreção patológica para fora do sistema respiratório.

• Técnicas manuais:

bronquite crônica– Vibração: são movimentos rítmicos, rápidos e com intensidade suficiente para causar vibração em nível bronquial. A vibração manual gera um fluxo turbulento que dá ao paciente uma sensação de tosse, desobstruindo as vias aéreas. A vibração elétrica possui intensidade e freqüência maior do que a manual e estimula os receptores da tosse, facilitando a expectoração.

Percussão: é utilizada na área de secreção. Por tratar-se de um estímulo brusco, proporciona maior estímulo à tosse, no entanto, esta técnica não é muito utilizada por ser desconfortável e ter atuação localizada e limitada;

– Tapotagem: consiste em percutir com as mãos em concha, as regiões torácicas relacionadas com as áreas pulmonares em que haja secreção. Quanto mais próxima uma mão da outra, mais a atuação é local, quanto mais distantes as mãos, mais mobiliza-se a secreção sem se limitar apenas uma área.

• Ênfase na Tosse: a tosse eficaz é necessária para ajudar a expectoração do escarro. Uma tosse só deve ser suprimida se é improdutiva e está causando dor ou desconforto.

• Exercícios respiratórios: ciclo ativo da respiração pode ser usado para mobilizar secreções. Ensinar técnicas de respiração relaxada, bem como a respiração diafragmática para auxiliar a oxigenação e evitar desconforto respiratório. Expansão torácica integral deve ser enfatizado que ajudará a oxigenação.

• Encorajamento: o paciente deve ser encorajado a ajudar na mobilização de secreções através da tosse e respiração profunda durante o passar do dia. O paciente e o resto da família, deverão ser avisados que o paciente precisa para descansar e evitar irritantes brônquica sempre que possível. Este, porém, não isenta o paciente de participar em atividades de fisioterapia.

• A ingestão de líquidos: devem ser tomadas pelo paciente para evitar a desidratação devido a febre e taquipnéia. Esta deve ser monitorada e pode ser concluída com a ajuda da família ou cuidador.

• Medicação: o paciente, bem como a família ou cuidador, devem ser instruídos a completar o curso de medicação prescrita.

• Educação: ensinar a importância de assoar o nariz em um tecido e não engolir as secreções, bem como jogar fora o tecido depois de assoar o nariz, porque isso vai impedir a propagação da infecção . O paciente ou a família/cuidador deve ser avisados que uma tosse seca pode persistir após a bronquite. Recomendar o uso de um umidificador à beira da cama, pode ser útil.

• Vigilância: ficar atentos aos primeiros sinais e sintomas de bronquite aguda e relatá-los imediatamente.

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