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Remédios para dormir causam dependência. Entenda os efeitos e alternativas

Por Redação Doutíssima 08/06/2014

Nos dias atuais, em que a automedicação se tornou bastante comum e muitas são as pessoas que recorrem a remédios para solucionar todo o tipo de problema. Os fármacos para dormir, por exemplo, são uma opção frequente entre aqueles que sofrem com a insônia. No entanto, é preciso ter muito cuidado ao administrá-los, pois os remédios para dormir causam dependência.

Apesar de só poder ser adquirido legalmente com receita, este tipo de medicamento circula quase que livremente, seja pela falta de fiscalização das secretarias de saúde nas farmácias ou pela indicação indiscriminada de alguns médicos. O agravante, nestes casos, é mesmo a particularidade de que remédios para dormir causam dependência.

Com o uso frequente, remédios contra insônia só fazem efeito em doses elevadas. Foto: Shutterstock

Com o uso frequente, remédios contra insônia só fazem efeito em doses elevadas. Foto: Shutterstock

Muitos medicamentos, originalmente utilizados para outras finalidades, como descongestionantes nasais, antialérgicos, remédios para enjoo e mesmo alguns antidepressivos, são capazes de induzir sono. No entanto, existem aqueles que são específicos para esta finalidade.

Entre os fármacos para dormir mais comuns, estão a buspirona e os benzodiazepínicos. Esse último é o tipo mais perigoso entre os remédios para dormir causam dependência e tolerância.

Os benzodiazepínicos modificam a arquitetura do sono, causando uma supressão da sua fase mais pesada, o que acaba por gerar uma sensação de sono artificial, com um descanso parcial. Em função do alto risco de dependência, eles devem ser usados pelo menor tempo possível.

Como os remédios para dormir causam dependência

Remédios para dormir causam dependência e este é o maior risco da administração destes medicamentos. Com o seu uso frequente, o organismo desenvolve uma tolerância ao princípio ativo, fazendo com que uma dose maior seja necessária para que ele faça efeito.

Dessa maneira, um medicamento que deveria ser usado como um recurso para um tratamento, acaba se transformando em uma doença, uma vez que os remédios para dormir apenas aliviam os sintomas e não são capazes de tratar a insônia.

A dependência física pode ocorrer já a partir do terceiro mês de uso consecutivo e se caracteriza por aparecimento de sintomas desagradáveis quando o paciente deixa de usar a medicação. A necessidade de aumentar a dose do remédio para obter efeitos também indica dependência que, quando instalada, pode levar até dois meses para ser superada e o paciente voltar ao sono natural.

Como os remédios para dormir causam dependência, o seu uso não pode se tornar um hábito: eles só devem ser administrados quando houver uma insônia que impossibilite o descanso e, assim, justifique o uso. Além disso, é essencial um acompanhamento clínico periódico para examinar a evolução do tratamento, o comportamento dos sintomas e os níveis de tolerância e dependência.

Uso controlado

Estes remédios são de uso controlado e só devem ser usados mediante a prescrição médica, principalmente em pessoas que tenham problemas renais ou doenças do fígado, pois são as vias pelas quais os medicamentos são eliminados do corpo.

A possibilidade de dependência dos remédios para dormir pode causar alterações no sistema hormonal, perda de memória e até disfunções sexuais. Estas são algumas das consequências que podem atrapalhar a rotina de quem decide consumir medicamentos para dormir sem orientação.

Por outro lado, quando prescritos com responsabilidade por profissionais especializados e usados adequadamente durante um tratamento, os calmantes e indutores de sono são benéficos. É importante procurar um médico ao perceber uma dificuldade frequente para dormir.

 

 

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